Andam dizendo que o amor é cego, mas esqueceram de dizer que existem vários tipos de amor e que o verdadeiro deles não cega: entende e desculpa.
Quero falar do amor de amigo, falar sobre confiança, compreensão e perdão, mas trocarei a palavra "amor" por "adorar". A razão é simples e bem conhecida: amor às vezes soa extremoso demais e quero falar de algo que é cotidiano, amplo e sublime: adorar as pessoas.
Explicado o tema e o uso das palavras, devo pegar um atalho e ser direta: Aonde deixar passar constantemente as faltas daqueles que nós adoramos nos leva?
Creio que caímos em contradição: queremos o outro sempre bem e ao mesmo tempo perdoamos aquilo que nosso amigo nem sabe que errou.
Os humanos me fascinam. É incrível vê-los tentar, agir, o modo como se mexem, conhecer suas dores, suas razões e o que os alegra. Perceber que eles amam tanto quanto você, que também sonham com o impossível e temem as coisas mais bobas. por isso procuro entender o porquê de algumas atitudes.
Transgredir entre entender e ajudar é essencial. Essa é uma das principais razões pela qual eu erro e deixo errar.
"Um ser humano é o meu amor, de músculos, de carne e osso, pele e cor."
Carnalismo | Tribalistas


14:20
Wellington Rafael

1 comentários:
Philia (φιλία philía), a dispassionate virtuous love, was a concept developed by Aristotle. It includes loyalty to friends, family, and community, and requires virtue, equality, and familiarity. Philia is motivated by practical reasons; one or both of the parties benefit from the relationship. It can also mean "love of the mind."
http://en.wikipedia.org/wiki/Love
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