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29.3.10

Olha no meu olho

Existem três tons de olhos que me fascinam: o azul claríssimo da cor do céu, o castanho claro-escuro (o da foto) e o castanho muito-escuro-quase-preto (meu e da Guid, por acaso).

Eu estava pensando sobre esses três olhares hoje de manhã. Gosto mais do castanho.

Olhos azuis, apesar de lindíssimos, parecem meio dissimulados. É como se toda essa beleza dosse uma máscara. Eu não sinto emoção nesses olhos.

Os olhos muito escuros me irritam. São enigmáticos. Cheios de emoções, mas que você não consegue ver.

Gosto dos olhos castanho-claros por isso. Você vê as emoções, você sente, você interpreta. São os únicos olhos em que eu olho quando falo com alguém.

Olhos que me hipnotizam.

23.3.10

Percy Jackson não é ladrão de raios, nem de nada

(Percy Jackson and the Lightning Thief). EUA, 010. Direção de Chris Columbus. Com Logan Lerman, Brandon T. Jackson, Catherine Keener, Pierce Brosnan, Steve Coogan, Rosário Dawson, Kevin McKidd, Joe Pantoliano, Alexandra Daddario, Sean Bean e Uma Thurman. Fox. 119 min.

O filme é baseado em uma série de livros escrita pelo americano Rick Riordan, professor de mitologia grega que inventou as estórias para colocar o filho pequeno para dormir.

  Trata-se da história de Percy Jackson, um adolescente que descobre ser um semi-deus filho de Poseidon. Uma espécie de Hércules contemporâneo.

O diretor é o mesmo dos primeiros dois filmes da saga de Harry Potter (Pedra Filosofal e Câmara Secreta) e foi produtor do terceiro (O Prisioneiro de Azkaban). Por isso mesmo houve uma expectativa muito grande para que o semi-deus seja sucessor do bruxinho.

A produção é quase impecável. O elenco é afinado, os efeitos são ótimos e o roteiro, apesar de não ser dos melhores, não é de se jogar fora.

Acontece que o filme, como um todo, não tem a força de Harry Potter. A história é contemporânea demais – tem até Lady Gaga na trilha sonora! – , a história de J.K. Rowling é universal, contempla qualquer época. A história de Percy também é muito mais próxima da realidade.

HP tem um universo próprio, uma realidade própria totalmente inalcansável por nós, trouxas. Percy Jackson acaba sendo um herdeiro de alguns longas de aventura dos últimos tempos como Viagem ao Centro da Terra e A Lenda do Tesouro Perdido.

 Percy Jackson (quem assistiu ao filme sabe) não é o ladrão de raios, muito menos o ladrão do posto dos bruxos de Hogwarts. Entre os candidatos a sucessores dessa história (inclui-se aí As Crônicas de Nárnia), o mais bem sucedido em termos de público é de fato A Saga Crepúsculo, embora seja muito inferior a todos os outros.

Resta-nos acompanhar o desenvolvimento dessa série e ver se o filho de Poseidon consegue fôlego para superar o bruxinho mais amado da história do cinema.

21.3.10

We are the world

 Há um mês eu atrás eu fiz um post sobre a nova versão de "We are the world". Ontem acabei me tocando de uma coisa: depois de 25 anos, a nova versão poderia ter sido para juntar fundos pela mesmíssima causa. Uma pena. Há 25 anos atrás, as crianças da África precisavam de ajuda e hoje elas ainda precisam. Como diriam por aí: "mudaram as estações, nada mudou".

20.3.10

Arte em TODA parte


 É incrível como a gente se surpreende às vezes. Lembro quando eu morava aqui no interior e fazia um trabalho de pintar telas na aula de educação artística. A professora nos levou para conhecer uma espécie de galeriazinha de arte da cidade.
 Um lugarzinho muito pequeno mas com uma atmosfera muito especial.Um clima que nenhum museu jamais vai ter. Um jeitinho de casa da avó.
 E tinha muita coisa legal. Uns quadros bem feitos, artesanatos muito bonito e por aí vai. O que mais me impressionou foi uma gravura feita por um cortador de cana. O desenho era lindo, perfeito. Nunca vi um desenho mais bem-feito.
 Às vezes tem tanto talento, tanta inteligência, tanta capacidade perdida entre caules de cana e um facão. Uma pena, um desperdício. A humanidade não merece ser privada de tanta coisa boa.
 Até me dói o coraçãozinho.

Só de linkadeira

Acho legal aquelas listas com links que os blogs fazem. Vou tentar pelo menos uma vez. Se der certo, eu faço mais.

Comecemos com um TOP5. Nada sério, só de blinkadeira.

1. Nerds, sexo, Shakespeare e cerveja.

2. Cata-papo, o ChatRoulette à brasileira.

3. Picasso em 3 DIMENSÕES (não é pornografia, não se animem).

4. Twitter: O Amor não é isso.

5. Melhor comercial de internet de todos os tempos. Tem que ser do Google.

 

Rolou uma química? Que tal?

19.3.10

“The Black Eyed Peas” é a Lady Gaga da música

 

Lady Gaga é inovadora, mágica, moderna. Fato incontestável. Ninguém até hoje teve coragem de se comportar como ela. Sua vovozinha, sua mãe, sua tia, até você quando a viram pela primeira vez devem ter soltado um “Ó!”

O fato é que as músicas dela não causam a mesma impressão. Elas têm sim um quê inovador, mas nada que corresponda ao visual dela.

Eu quero dizer que a Lady Gaga provocou na estética um choque que o The Black Eyed Peas causa na música, principalmente no último álbum (de tendência futurista).

As músicas desse CD fazem bem aquele estilo: “eu nunca imaginei que fosse ouvir isso enquanto dou uma volta com meu carro”.

Se são boas ou não, não sou eu quem vai dizer, o fato é que são novidade, frescas, revolucionárias.

Incorporado aqui o clipe deles em que eles juntam “Imma be” com “Rock your body”, o resultado: “Imma be rocking your body”.

Ideologias e ações

Nem tudo o que a gente faz está ligado ao que a gente é. Pode estar ligado “apenas” àquilo que a gente acredita.

Eu defendo a legalização do aborto. As igrejas são contra porque dizem que isso é destruir uma vida. Eu sou a favor porque acho que cada deve agir de acordo com a sua opinião e sua crença.

Isso não quer dizer que eu apoiaria alguém que quer abortar.

Muitas vezes quando nós defendemos uma causa, nós queremos apenas defender as ideias por trás dela: igualdade, fraternidade e liberdade.

É assim que eu funciono. E você?

18.3.10

ESTRESSE MATA... a diversão!

Estresse causa ansiedade, depressão, desgaste físico e mental, angústia, leva a doenças cardiovasculares e, gente, mata... mata a diversão! Não há quem tolere ficar ao lado de alguém que só reclama, critíca e "dá piti"!
Lá na minha escola temos aulas de teatro e ao apresentar uma peça é difícil não sentir medo e pressão, de querer que tudo seja perfeito. Acontece que a semana de preparação foi um caos! E um caos quase desnecessário.
O pessoal entrou nessa de "perfeição" e cobraram tanto dos outros e tanto de si que esqueceram da diversão, de trabalhar com os amigos, de conhecer gente nova e era uma gritaria só! Gente de bico aqui, cara emburrada ali.
O bom é que o resultado foi excelente, todas as peças apresentadas estavam brilhantes. Tenho certeza de que resultado tão satisfatório foi por causa da cobrança, mas me pergunto se não teria sido ainda mais prazeroso e uma apresentação melhor se tivéssemos trabalho numa boa.
Isso foi só uma aula de teatro, imagina então como todos nós vamos lidar (ou não) com situações que já são, por si só, de torrar os nervos, em um ambiente diferente, um emprego novo, por exemplo, longe dos seus amigos.
Que tal começarmos a levar as coisas mais à la Carpe Diem e aprendermos, não só a lidar com as pessoas difíceis, mas também a sermos pessoas mais flexíveis e agradáveis? Afinal, não há mau-humor que resista a um sorriso sincero e um "bom dia" empolgado.


Photobucket

11.3.10

Ai, gramática!

 É incrível como a gente é exigente para algumas coisas e ignorante para outras. Semana passada, durante a transmissão do Oscar, um dos TTs (as palavras que são tendência no twitter) era "Edwald". As pessoas estavam criticando, reclamando do crítico de cinema que fazia a cobertura dos Academy Awards no canal TNT. O problema é que o nome do homem é Ruben EWALD Filho e não Edwald como os chatinhos do twitter estavam dizendo.
 Hoje, foi publicada a seguinte notícia:

 E todo mundo comentou o erro. Da maneira como está escrito, parece que a profissão morreu, quando quem morreu de verdade foi um profissional.
 O povo é chato com o tal do "design" que devia ser "designer", mas anda por aí chamando Ewald de Edwald?!
 Vai entender...

10.3.10

Deus

 Este é um daqueles posts que eu ensaio vários dias antes de escrever de verdade. Já há algum tempo eu me pergunto (como boa parte de todos nós) se Deus realmente existe. A conclusão a que eu cheguei foi: não sei, não tem como saber. A gente fica muito prezo nas certezas científicas, nas provas e esquece que religião e fé não são ciências. É acreditar ou não.
 Na verdade, é bem mais do que acreditar. Eu não sei se Deus existe, não tenho como afirmar categoricamente, mas o que eu posso dizer é que eu espero que ele exista. Do fundo do meu coração, eu quero que ele exista.
 O que será de nós se não existir a justiça divina? Qual é a nossa utilidade se Deus não existir? Nós não podemos apenas viver e morrer sem fazer diferença nenhuma para ninguém. A igreja diz que nós fazemos a diferença para Deus.
 Eu quero que Deus exista. Espero do fundo do meu coração que ele exista e esteja lá em cima torcendo por mim. Espero que ele me ame acima de tudo, independentemente da maneira como eu sou, como me comporto, dos meus desejos, da minha trajetória.
 Eu tenho esperança na existência de Deus, porque se ele não existir, a nossa existência é totalmente indiferente.

9.3.10

A Perua, o mandarim e a coitada da menina

Estava eu sentado na secretaria da minha escola de inglês quando entra uma perua. Dois litros de botox na cara e um orgulho que o nariz empinado mal consegue sustentar. A Perua se vira para a moça da recepção e diz:

- Vocês têm curso de mandarim?

- Temos professor e material, mas não tem gente interessada.

A Perua parou, pensou, falou:

  - Meu pai me ligou para avisar que na ** tem curso de Mandarim. Meus sobrinhos estão fazendo lá na unidade do Alphaville.

A moça entrou na conversa, explicou a situação de que não havia como montar uma turma porque tinha pouca gente e tal. No fim das contas, ela foi pegar os dados da mulher:

- O curso é pra você?

- Não, é para minha filha.

Eis que surge de trás da bolsa da mulher uma menininha pequenininha, branquinha, magrinha, com cara de doente. Uns 9 anos de idade.

- Olha, o nosso material é para adulto. Ela é muito novinha para a gente colocar numa turma regular.

- Mas meus sobrinhos do Alphaville tão fazendo!

Acredito até que o rosto dela se moveu alguns milímetros mostrando o tamanho da indignação (ou a validade do botox).

Diálogos da vida moderna. A mulher fútil, um curso de mandarim e uma menininha que mal aprendeu a falar português.

E a Rosana Hermann dizendo que a vida da mulher é um colar de contar a pagar.

Só se for a conta da esticista, né?

8.3.10

Infância perdida

Estava eu ontem zapeando pela TV, quando um programa na RecordNews me segurou. O nome do programa é “Entrevista Record-Bastidores da Notícia”. Celso Freitas entrevista jornalistas sobre seus trabalhos. Os convidados dessa semana eram uma repórter e um produtor que ganharam o prêmio Vladimir Herzog na categoria “Documentário para TV”.

O trabalho ganhador do prêmio foi ao ar no “Repórter Record” no ano passado e mostrava a vida de crianças paulistanas que se envolviam com o crime.

Assustador. A reportagem mostra depoimentos emocionantes de mães de jovens criminosos, assustador de jovens criminosos e revoltantes de famílias que foram destruídas por menores de idade.

infanciatrafico

Vale muito a pena assistir tanto o Entrevista Record quanto o documentário.

O documentário está disponível no portal R7.com e eu vou incorporá-lo a esse post. Quanto ao programa, vou rastrear por aí para ver se encontro alguma coisa.

Parte I

Parte II

Parte III

Parte IV

Parte V

Parte VI

Parte VII

7.3.10

Turma da Mônica na mira dos chatos


  Achei a maior babaquice já dita essa história de que a Mônica é um mau exemplo para as crianças. Meu ponto de vista é o mesmo que o do Diogo Salles. Dá uma olhada.

Turma da Mônica na mira dos chatos


  Achei a maior babaquice já dita essa história de que a Mônica é um mau exemplo para as crianças. Meu ponto de vista é o mesmo que o do Diogo Salles. Dá uma olhada.

6.3.10

Musicando

Eu não vivo sem música. Não sou completamente fascinado, daqueles que tem que fazer absolutamente tudo com trilha sonora. Ao contrário, gosto bastante do silêncio, mas uma batidinha, um violão fazem bem às vezes.

Não entendo muito do assunto, mas ouvi uma vez que o nosso cérebro está adestrado para procurar um padrão em todo tipo de barulho. Quanto maior for a qualidade de uma música, mais difícil é de se encontrar esse padrão e mais elaborado ele é.

É clássico “puts-puts” que a gente encontra nas músicas. Dá uma olhada nesta música e olha como o padrão é bem mais complexo que o do “Rebolation”:

Interessante, né? Dá pra sentir o cérebro funcionando enquanto a gente ouve.

Tem mais uma porção de critérios para uma música ser considerada de qualidade. Eu, com certeza, não sou a pessoa certa para falar sobre isso.

Aproveitando o friozinho de São Paulo, eu montei uma playlist bem tranquila, gostosa pra se ouvir no frio mesmo. Para ouvir, basta clicar na imagem.

Poder e influência

Não tenho absolutamente nada contra a Rede Globo ou qualquer outro veículo de comunicação, mas é de fato assustador o poder que um único veículo de imprensa exerce sobre a maioria espantosa dos habitantes do país.

Não que a Globo esteja errada. Se esse poder lhe é dado, você tem que usufruí-lo mesmo, ainda que tenha que passar por cima de muitos dos princípios éticos da sociedade.

Pra começo e fim de conversa: o poder que a Globo é tem foi dado pelo povo e cabe ao povo retirá-lo. Tenho dito.

Levar na brincadeira

A TV brasileira produz todo tipo de programa de humor. Alguns bons, outros nem tanto. Boa parte dos humorísticos brasileiros acabam apelando pra sátira de pessoas famosas e os satirizados nem sempre gostam da imitação. Tem gente que briga, bate, processa e por aí vai. O que eu queria destacar hoje é: como é gostoso quando a brincadeira não é levada a sério e todo mundo se diverte, não?

Agora um dos vídeos mais engraçados de todos os tempos da TV brasileira: o encontro de Marília Gabriela e sua sósia GabiHerpes.

Levar na brincadeira

A TV brasileira produz todo tipo de programa de humor. Alguns bons, outros nem tanto. Boa parte dos humorísticos brasileiros acabam apelando pra sátira de pessoas famosas e os satirizados nem sempre gostam da imitação. Tem gente que briga, bate, processa e por aí vai. O que eu queria destacar hoje é: como é gostoso quando a brincadeira não é levada a sério e todo mundo se diverte, não?

Agora um dos vídeos mais engraçados de todos os tempos da TV brasileira: o encontro de Marília Gabriela e sua sósia GabiHerpes.

5.3.10

Dicas de filmes para o fim de semana

 "O direito de amar". Li sobre esse filme no blog do Rubens Ewald Filho. Parece um bom filme, pelo menos esteticamente. O trailer é de arrepiar.



 Ele entrou em cartaz hoje. Para saber mais sobre o filme, clique aqui.
 Outro trailer que me interessou foi o de "Brothers", que aqui vai se chamar "Entre irmãos". O trailer:


Mais uma dica: "Simplesmente complicado". Meryl Streep faz o papel de uma senhora que se divorcia e depois volta a ter um caso com o ex-marido ao mesmo tempo em que rola um flerte com o personagem de Steve Martin. Parece ser um filme bem leve, divertido. A diretora é a mesma de "Alguém tem que ceder", ou seja, é especialista em fazer comédias românticas com pessoas que já passaram dos 30 anos de idade.

 Vou tentar assistir a pelo menos um desses três e depois conto o que achei.
 Bom final de semana pra todos nós.

4.3.10

Eu não sei reagir

 Sou péssimo com reações. Acho que sempre fui. Reajo errado quase sempre.
 Estou numa fila, alguém fura e entra na minha frente. O que eu falo? Grito? Peço com educação? Parto pra briga? Chamo algum segurança ou algo do tipo?
 Ontem na aula de teatro tínhamos que improvisar uma cena em um ônibus. Uma velhinha chegava e, sem lugar para se sentar, começava a discutir. Uma vez vi algo parecido: um cobrador brigando com uma senhora; um passageiro qualquer se levantou e começou a discutir feio, quase bateu no cobrador.
 Eu jamais teria esse tipo de reação. Jamais teria qualquer tipo de reação. Ficaria no meu canto, quieto com meu suquinho de laranja.
 Esse é um mal da minha geração (que está começando a virar adulta). Fomos criados para não reagir. Há uns vinte anos, pelo que eu ouvi, o povo saía na rua, brigava, reagia.
 Daqui a vinte anos, as pessoas mal vão querer por a cara para fora de casa. Males do mundo moderno.
 E vamos nos agitar galera!

A força das palavras


Tenho lido umas coisas bem legais nos últimos dias. Nem tanto por serem boas leitura, mas por carregarem um conteúdo ideológico muito bom. Acho que toda essa atmosfera de engajamento, me fez parar para pensar sobre as palavras.
 Cada palavra tem uma força e um peso próprios.Dizer "pipi" é mais leve do que dizer "pinto" que é mais leve do que a maior parte de outros sinônimos para a mesma palavra.
 Ouvi de uma lei que obrigava que os antes chamados negros passassem a ser apenas afro-descententes. Mais uma dessas histórias sobre o peso das palavras. A palavra preto já deixou de ser usada no dia-a-dia há algum tempo.
 No momento, também me vem à cabeça o lance de bicha, viado, gay e homossexual. As duas primeiras são palavras que quase sempre são usadas para insultar. As duas últimas nem tanto, são mais polidas.
 É interessante esse assunto, não?
 É bom tomarmos cuidado com o peso dessas palavras, senão a bigorna vai acabar sendo jogada de volta na nossa cabeça.

Obs.: como eu havia prometido, não tem quase nada a ver com Literatura.

Sem palavras.

 Eu prometi que ia parar de falar de Literatura e o assunto acabou. Prometo que ainda hoje comento alguma coisa decente. Promessa e(sem acento mesmo) dívida.

1.3.10

Maturidade


 Quem disser que não achou graça nenhuma nessa foto é muito mal-humorado-from-hell. Não sei bem o porquê, mas a imaturidade nos diverte. O professor até fica puto, mas todo mundo ri quando a turma do fundão faz uma gracinha.