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31.1.11

Reclamões 2.0

A maior verdade sobre a web 2.0 é esta:

reclama

Vocês já repararam como reclamar está na moda? Ser chato tem dado ibope para caramba nos últimos tempos. Aí embaixo, alguns mimimis famosos na rede.

pc-siqueiravagazoidesfelipe-neto

 

Obs.: Isso não foi uma reclamação, apenas uma constatação.

Pela primeira vez

A internet tem um zilhão de faces. Pode ser um meio de se espalhar conteúdo engraçado, fazer política, conhecer pessoas. Talvez a utilidade mais incrível seja a de conhecer histórias emocionantes, como esta.

Não encontrei muita informação, mas o nome do bebê é Jonathan, ele nasceu surdo e, aos 8 meses de idade, tem o seu implante auditivo ativado. Olhem que coisa mais fantástica!

Via @Revistabula

30.1.11

O mundo árabe e a nova ordem mundial

egito-manifestante-nyt

Assunto mais importante da semana, presente em todos os noticiários: crise no Egito. O problema é que, no meio do turbilhão de notícias, fica um pouco complicado entender exatamente o que está acontecendo e como tudo começou. A @Rosana deu as dicas, e eu, agora, monto tudo em um texto para facilitar as coisas.

O ESTADO

O Egito é um estado independente localizado no norte da África, em posição estratégica, pois liga esse continente à Ásia (mais especificamente o Oriente Médio). O governo segue o modelo de república semi-presidencialista, em que um presidente é eleito, torna-se o chefe de Estado e escolhe os membros do ministério, inclusive o primeiro-ministro (chefe de Governo). O atual presidente do Egito, Mohamed Hosni Mubarak, assumiu o poder em outubro de 1981 e continua no cargo até hoje; assim como outros governantes da região, que estão no posto há mais de duas décadas.  O atual governo é apoiado pelo Ocidente (leia-se: EUA e Europa) e é um dos únicos da região a reconhecer o Estado de Israel.

AS ORIGENS DA REVOLUÇÃO

A crise se iniciou por influência de outros movimentos que estão acontecendo no mundo árabe. Tudo começou na Tunísia, com a chamada Revolução do Jasmim, que derrubou, uma semana antes do conflito estourar no Egito, o Presidente da Tunísia, Ben Ali. Outros países em que também ocorreram manifestações: Mauritânia, Argélia, Sudão, Iêmen, Omã e Jordânia.

Fotonovela Grito de Liberdade, Explicando direitinho toda a revolução e as consequências.

O CONFLITO NO EGITO

O povo se revoltou contra o presidente, que está no poder há quase 30 anos, e começou a fazer manifestações na rua (divulgadas pela internet). Para acalmar os ânimos, Mubarak demitiu todo o atual ministério, mas essa medida não surtiu efeitos. As manifestações continuaram e o exército foi colocado nas ruas para conter a população. Os provedores de internet foram forçados a se desligarem (o único que continua ativo é o que alimenta a Bolsa de Valores) e a rede de TV Al-Jazeera foi proibida de funcionar em território egípcio, por transmitir imagens das manifestações.

Entenda a Crise no Egito, R7.

Egito proíbe a rede de TV Al-Jazeera de operar em seu território, G1.

Correspondente acompanha os protestos em tempo real, Estado de São Paulo.

A ORDEM MUNDIAL

O Egito foi uma das primeiras localidades em que uma sociedade se desenvolveu. A civilização criou religião, cultura, modo de governo e técnicas agrícolas próprias. Foi o centro do mundo. Hoje, o cenário político mundial está, é claro, completamente diferente e, apesar de os estudiosos propagarem que há diversos polos de influência internacional, os Estados Unidos da América se destacam como a maior potência mundial.

Essa hegemonia começou com a sua independência, que moldou os processos de independência e instauração de governos democráticos em todo o continente americano e a Revolução Francesa (que marca o início da história contemporânea). O juramento à bandeira norte-americana proclama o país como símbolo de uma nação com “liberdade e justiça para todos”.

Esses mesmos Estados Unidos declararam Julian Assange (o fundador do Wikileaks, que divulgava documentos do governo) como seu inimigo número 2, só perdendo em prioridade de captura para Osama Bin-Laden.  Esse Estado aí também é financiador das Ditaduras do Oriente, o Egito entre elas.

Como disse ontem o @Bruno_Machado, não é surpresa para ninguém que os EUA sejam hipócritas e moralistas, ainda que a sua própria propaganda contrarie o que suas ações mostram.

Resta torcer para que a paz volte ao Egito, seja lá qual for a saída encontrada. No momento, o líder da oposição e ganhador do Prêmio Nobel da Paz é o porta-voz da revolução e encarregado de negociar com o regime de Mubarak.

 

Para se manter bem informado: @ladyrasta, @nolanjazeera e @MarcosTourinho.

CPU no CTI

Há alguns tempos eu venho notando algo diferente com meu desktop. Ele me acompanha desde uns 5 anos atrás, mas nos dois últimos meses começou a dar sinais de seu envelhecimento. Não é mais tão ágil quanto antes, em alguns momentos dá uma travada. Hoje mesmo, cheguei a ter certeza de que havia chegado a sua hora.

Liguei a máquina e esperei os 30 minutos que ele tem levado para carregar ultimamente, mas quando olhei para a tela, ainda constava o aviso de “Iniciando”. Com o coração já disparado, apertei o botão de reiniciar. Mais algum tempo e não saía daquela tela. Algumas tentativas depois, uma mensagem sugeria que o próprio windows analizasse e tentasse corrigir o erro. Tentei, já pronto para começar a agradecer a sobrevida do pobrezinho, mas o seu sistema de defesa já não é como nos dias de juventude.

Em um ato sobrenatural – divino, eu diria – ele voltou a dar sinal na tentativa seguinte. Estou agora utilizando-o, mas acho bem provável que seja um dos últimos posts que faço dele. Em breve, espero, teremos um membro novo na família e o meu querido PC poderá, enfim, resfriar em paz.

Tentativa e erro

Dois posts atrás, eu publiquei um vídeo de um coral de crianças inglesas cantando uma música de Lily Allen. Acontece que acabei publicando, obviamente sem querer, um erro. A fonte que eu consultei dizia que a música (Chinese) havia sido feita para a mãe falecida da cantora. O fato é que a mulher está viva. Um comentário muito educado e útil apontou o erro. Pesquise em outras fontes e corrigi. Pronto, assunto encerrado, imaginei eu.

Só que  a comunidade da Lily Allen no orkut (da qual eu faço parte) começou a discutir o erro. Ok , eu errei. Admito e me envergonho. Só gostaria que as manifestações sobre o erro não superassem as sobre o verdadeiro conteúdo do post – o vídeo.

Peço desculpas aos leitores que tiveram acesso a uma informação errada, peço desculpas aos fãs da Lily (mesmo aqueles que não demonstraram educação nenhuma) e pediria desculpas à pessoa que eu, sem intenção, matei se isso tivesse feito alguma diferença em sua vida.

Espero que quem chegou ao blog por causa do erro, continue visitando, porque há coisas muito mais interessantes aqui. Uma delas é o vídeo que está incorporado ao post [não mais] com erro.

28.1.11

Pairando no limbo

A @rosana postou sobre a viagem dela a Nova York. Disse que estava no limbo de horário, em que não podia começar a ir embora, mas já sentia como se não estivesse mais lá. Cedo demais para dizer que eu sou universitário, tarde demais para dizer que sou estudante de ensino médio. Estou no limbo e continuarei aqui até dia 9 de fevereiro. Sorte para mim Dedos cruzados

27.1.11

Coral de crianças cantando Lily Allen

Eu me emociono muito fácil. Confesso que, se fosse em outra situação, eu choraria com este vídeo que vou publicar. É um coral de crianças do Reino Unido, chamado Capital Children’s Choir interpretando a música mais bonita da Lily Allen. O nome da canção é Chinese e foi feita pela Lily para a sua mãe. É muito bonita e a interpretação é tocante, mesmo. Vale a pena gastar uns minutinhos.

No site oficial do coral, também tem uma interpretação bem bonita de Sweet Child o’ mine.

CORREÇÃO: 28/01/2010 às 14h 22min Foi corrigido o trecho que dizia que a mãe de Lily estava morta, porque a informação não era verdadeira.

24.1.11

“Afinal, o que querem as mulheres?”, “Amor em 4 atos” e a arte na tv brasileira

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Paola Oliveira em “Afinal, o que querem as mulheres?” 

Nos últimos anos da tevê, poucos lançamentos causaram tanto rebuliço quanto os trabalhos do diretor Luiz Fernando de Carvalho. É claro que a agitação veio da crítica, já que a audiência nunca manifestou especial interesse nos seus trabalhos, fato que nunca incomodou a produção dos seriados nem os executivos da emissora, que disseram ter esperado os resultados atingidos por serem obras essencialmente artísticas.

 Hoje é dia de Maria, A Pedra do Reino, Capitu e Afinal, o que querem as mulheres? são as tais obras de que estou falando. Com certeza, todas têm um toque artístico muito forte; mas um tipo de arte rebuscado, os roteiros são confusos, alineares. Talvez o conceito de produção audiovisual artística seja um pouco destorcido na mente de alguns figurões da tevê.

Entre os dias 11 e 15 de janeiro, exatamente um mês após a estreia de Afinal, a Rede Globo estreiou a microssérie Amor em 4 atos, composta de quatro episódios baseados nas músicas “Construção”, “Ela faz cinema”, “Mil Perdões”, “Folhetim” e “As Vitrines”, de Chico Buarque. O surpreendente nessa produção, entretanto, foi a densidade artística, que, diferente de Afinal, soa despretensiosa. A pegada do seriado, que teve direção de núcleo de Roberto Talma, é digna do cinema de melhor qualidade. Já as obras de Luiz Fernando soam como aquelas que se auto-intitulam cult.

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Cena do segundo episódio de “Amor em 4 atos” 

Uma curiosidade muito interessante sobre Amor é que os episódios dialogam muito bem com o cenário paulista, mesmo que Chico seja um carioca apaixonado. Aí está mais um ponto a se comparar entre as minisséries. Enquanto a de Luíz se propõe a incorporar Copacabana como personagem e não o faz de fato, Amor em 4 atos faz com que São Paulo seja, quase sem perceber, um dos mais importantes fatores de boa realização da minissérie.

Interessante também foi o primeiro capítulo da nova novela das 21h, Insensato Coração, que também mostrou um cuidado cinematográfico da direção (que se perdeu nos capítulos seguintes, como não poderia deixar de ser).

A Rede Record também tem divulgado as suas minisséries Sansão e Dalila e A História de Esther como obras muito bem trabalhadas artisticamente. Confesso que não as acompanhei, mas a opinião geral é a de que ambas possuem seus altos e baixos.

O principal ponto é o de que a tevê brasileira está incorporando cada vez mais fatores artísticos à sua programação. Enquadramentos diferentes, cenáros, figurinos, maquiagem com mais cuidados, trilha sonora que ajuda a contar a história são elementos de que a dramaturgia está se apoderando para sobreviver à guerra por audiência, que se acirra cada vez mais. É bom ressaltar que há grande participação de uma nova lei que facilita a entrada de produções externas nas telas das grandes emissoras. No final das contas, nós somos os grandes ganhadores.

Outras produções recentes que merecem destaque: Som & Fúria (Globo), Antônia (Globo), Junto e misturado (Globo), Decamerão – a comédia do sexo (Globo), Toma lá dá cá (Globo), Aline(Globo), As Cariocas (Globo), Programa Piloto (Globo), A Vida Alheia (Globo), Clandestinos – o sonho começou (Globo), Seperação?! (Globo), Avassladoras (Record), Comédia MTV (MTV), 12 Mulheres (Documentário - Record), Alice (HBO).

21.1.11

As enchentes e as falsas expectativas dos governos

Imagem: Marcos de Paula / AE
Início do ano, alagamentos e deslizamentos causados por fortes chuvas acabam com a vida de centenas de pessoas. Esse ano, um destaque especial para a região serrana do estado do Rio de Janeiro. Famosos se mobilizam, o governo promete investimentos para evitar novas tragédias no local. Todo mundo chora, todo mundo lamenta, mas o fato de que a tragédia era anunciada foi esquecido pela maior parte das pessoas.
O jornalístico regional SP Record costuma entrar em férias no mês de janeiro, mas sempre acaba voltando em edição especial para cobrir as enchentes. Um esforço meio imbecil tirar o programa do ar, já que a sua volta é tão garantida quanto as enchentes que vão ocorrer na cidade de São Paulo e em outras regiões do país.
As tragédias são sempre algo para se lamentar. Não podemos (até porque seria politicamente incorreto) culpar as pessoas que morreram. Entretanto, não seria muito difícil prevenir algumas mortes, mesmo de seus familiares. Todo mundo já está careca de saber que, em janeiro, inicia-se a temporada de temporais, ou seja, todo ano tragédias como essa ocorrem, só não é possível adivinhar onde ela será mais intensa desta vez. Morros e baixadas são os lugares em que mais ocorrem, respectivamente, deslizamentos e alagamentos. Emitir um alerta para que as pessoas que moram nessas áreas e tiverem como possam ir para outras regiões não custaria muito caro.
Por que os governos não fazem isso, então? Porque eles não esperavam chuvas tão fortes. Bullshit. Ora, qualquer pessoa sabe que todo ano sempre chove mais do que esperado. Não sou especialista em nada, nem quero dar palpites errados, mas será que os metereologistas não andam esperando chuva de menos? Minha avó, minha mãe e até meu primo de 8 anos conseguem, só de olhar para o céu, saber se a chuva que estar vindo vai ser daquelas ou não.
Desculpas, desculpas e mais desculpas. A temporada de chuvas, mais do que trazer tragédias, traz um novo repertório de desculpas e falsas promessas. Janeiro logo logo termina, as chuvas em breve vão diminuir a força, para voltar com tudo ano que vem, sempre mais intensas do que se esperava. Espero que as expectativas comecem a corresponder com a realidade em 2012.

17.1.11

A internet, os Golden Globes e o sumiço do universalismo

Ontem ocorreu a premiação do Globo de Ouro. O grande vencedor nas categorias de cinema: The Social Network (A Rede Social). Um filme que, apesar de ter uma fotografia irritante, um roteiro extremamente cult e não ser uma história original, conquistou crítica e público, levando os prêmios de Filme Dramática, Roteiro, Diretor e Trilha Sonora.

A consagração de um filme sobre internet aponta como a prova definitiva de que a geração do twitter e da informação globalizada parou de valorizar um dos maiores valores da arte: o universalismo.

Tanto Inception (A Origem), quanto Black Swan (Cisne Negro) são universais. O primeiro trata dos sonhos e da maneira como podemos interferir neles; o segundo é um thriller psicológico que fala da pressão de se tornar a estrela principal de um grande número de balé. Consegue perceber a atemporalidade? Mesmo que quase ninguém vá ao balé, a temática é o ser humano, que não há como ficar ultrapassado.

Já no grande vencedor, conversa-se sobre uma personalidade específica: Mark Zuckerberg, o criador do Facebook. O protagonista foi eleito o homem do ano pela revista Forbes, um título que até dezembro próximo deixará de ser dele. O facebook, assim como o MySpace, Orkut e Bate-papo do UOL, não terá vida eterna.

Um dos grandes atrativos do filme de David Fincher, o premiado de ontem, é a identificação da temática do filme com o espectador. Mais de 500 milhões de pessoas possuem conta no facebook. As pessoas foram atraídas para a história de algo com que eles convivem todos os dias, ainda mais uma história de traição em que o protagonista é um anti-herói, que [todos sabem] se dá bem no final.

As histórias que transcendem o tempo e o espaço acabam não interessando mais. Nessa época de imediatismo, ganha aquele que retratar melhor o que está acontecendo agora e incluir todos os detalhes que nós já conhecemos.

Parabéns ao David Fincher pela conquista do Golden Globe, mas eu vou ficar torcendo por Black Swan e, em segundo caso, por Inception.

16.1.11

Lições dos mais novos mais velhos

Quando eu era bem menor, tinha uns 9 anos de idade, tomava aulas de piano na casa da Tia Soninha, uma Irma da igreja evangélica que eu costumava frequentar.

Fazendo planos, caçando alternativas

  Uma das maiores armadilhas em que o ser humano pode se meter é o PLANEJAR, não é? Nós imaginamos, idealizamos, criamos expectativas e quase sempre nos decepcionamos. Eu senti bem isso quando vi que não tinha sido aprovado no Vestibular da Cásper, senti isso quando percebi que não tinha ido tão bem na FUVEST quanto achava que eu poderia. Senti em várias outras situações íntimas. Acho que talvez seja o pior dos sentimentos, a frustração. Talvez eu sinta isso de novo dia 9 de fevereiro, quando sair a lista de convocados da USP. Por um empurrãozinho da minha querida professora Sheila Hallai, acabei decidindo traçar alguns planos alternativos. FMU, Cursinho Anglo e Universidade Ibero-Americana são eles.

Acho interessante essa história de encontrar outros caminhos. Como eu disse para ela, se nada der certo, talvez dê tudo certo. O que resta é torcer.

14.1.11

O mundo 2.0

Recebi o link de um texto chamado “Estabilidade inquestionável da internet”, que manda para um post do famigerado @Cardoso. Se eu não tiver entendido errado, ambos discutem a relação entre a liberdade de criação e a qualidade do conteúdo na internet.

Pode parecer exagero (e talvez seja, mas só teremos certeza nos próximos anos), mas a internet é um fator de mudança na maneira como o mundo é visto e interpretado. A humanidade já encarou vários desses fatores: surgimento das grandes navegações, descoberta de carvão e petróleo como fontes de energia, a energia elétrica, o rádio, a imprensa… Dessa vez, entretanto, a mudança parece ser mais intensa e intereferir nas vidas de pessoas de todo o globo.

Há alguns anos, você precisava pagar muito caro para falar por alguns minutos com alguém que estivesse em outro lugar do mundo. Há não muito tempo, a sua opinião sobre certo assunto ficaria restrita ao seu grupo de amigos; a menos que você dispusesse de meios para torná-la pública (através de rádio, jornal ou tv, os meios de comunicação de massa).

A internet mudou esse cenário drasticamente. Hoje podemos conversar com pessoas que estejam do outro lado do mundo gratuitamente por serviços como Skype ou Windows Live Messenger. Nem mesmo nos desenhos futuristas dos anos 60 – Jetsons, por exemplo – imaginavam que seria possível acompanhar 24H por dia o que se passa na cabeça de uma pessoa (é o que acontece com o Twitter). Mais do que facilitar a comunicação entre pessoas, a chamada Web 2.0 promoveu a democratização total da expressão. Qualquer pessoa pode publicar sua opinião sobre um filme, um livro, um acontecimento. Essa nova maneira de encarar a internet também acelerou as informações: uma notícia é colocada on-line praticamente simultânea ao seu acontecimento.

É nesse ponto que o meu discurso e os textos linkados dialogam. Se qualquer pessoa pode publicar conteúdo na internet, então é provável que haja muita coisa ruim on-line. Se as notícias precisam ser dadas com mais velocidade, perde-se tempo na apuração, na investigação das informações. Surgem aí os hoaxes, os boatos e o medo de que as mídias antigas sejam substituídas.

O risco de se ter acesso a conteúdo de péssima qualidade é gigantesco. Depende da sua fonte de informação. O primeiro passo, então, é buscar em fontes confiáveis. Sites de grandes jornais e grandes portais de internet são boas fontes. O segundo passo é ter a capacidade de separar o joio do trigo. Em um dos textos que eu linkei dá o exemplo do Jornal do Brasil, que passou de boa fonte de comunicação a um portal que perdeu quase toda a qualidade e o prestígio. Um contraponto é o portal do jornal Estado de S. Paulo: além do conteúdo corriqueiro do jornal, eles contam com um excelente time de blogueiros, como o Marcelo Rubens Paiva e Antonio Prata (escritores do papel que passaram para o mundo digital).

O meu ponto é: a internet contém coisas fantásticas e coisas medonhamente ruins. Cabe a cada internauta fazer o juízo de valor a partir do conteúdo que acessa. Se achar interessante, relevante, divertido, repassa pelo twitter, pelo blog, pelo Tumblr; se não, ALT + F4 e seja feliz!

Tudo novo… de novo!

Não é a primeira vez que eu digo/faço isso e não garanto que vá ser a última. Mais uma vez, o blog ganha layout novo (dessa vez defitinitivo) e linha editorial nova. Não quer dizer que o blog vai ser diferente ou que o conteúdo vai mudar. Quer dizer só que é interessante estabelecer limites concretos para que o blog tenha conteúdo atualizado sempre.

A partir de segunda-feira, os posts com a nova cara velha do blog entram no ar. Até lá!

13.1.11

Meus companheiros

Depois de todo esse tempo convivendo juntos na escola, é estranho pensar que eu não vou rever meus amigos de ensino médio quando as aulas recomeçarem.

Em março, começam as aulas (tanto do cursinho quanto da faculdade) e eu não tenho a mínima ideia de quem serão as pessoas com quem eu vou conviver daqui para frente. Dá um frio gigantesco na barriga.

Bom, hoje eu vou rever os amigos “das antigas”. Tentar manter a amizade acesa, o que eu sei que não vai ser muito difícil entre os melhores dos melhores.

Parece que a vida de verdade está começando.

5.1.11

Quem não anda dizendo nada sou eu

O post começa com um pedido de desculpas. Desculpem-me por, às vezes, abandonar o blog. Do fundo do coração, eu queria muito atualizar todo dia, duas ou três vezes ao dia, mas é impossível. A proposta do blog requer comentários profundos de assuntos atuais. E isso exige bastante de mim, às vezes mais do que eu posso dar.

Prometo que vou pensar numa nova proposta para manter o blog up-to-date. Enquanto isso, sugiro que quem entra aqui acesse o meu novo blog, Roçando a Língua. É sobre dicas de português que todo mundo precisa e vai achar útil.

Ah, e o layout vai passar por boas mudanças, mas não vai perder essa cara que ele tem agora, não.

Um pedido de desculpas e duas promessas. Minha maneira meio estranha de dizer “Feliz Ano Novo” a todo mundo que anda dizendo.

 
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