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28.2.10

Transgressão versus erro

Eu fui a um workshop sobre Narrativa Literária quinta-feira passada. Em um momento, a instrutora comentou sobre um autor que alternava entre narrador em primeira pessoa (“Eu caminhei até ela…”) e terceira pessoa (“Ele caminhou até ela…”). Uma das espectadoras, pediu licença para falar e começou:

-- Ah… eu faço muito isso. Começo falando como se fosse eu e depois troco para ele. Achei que eu era a única, achei que eu estivesse fazendo errado.

A instrutora, que estava a puxar o saco de todos para que comprássemos o livro que ela lançaria, fez cara de boba e respondeu:

-- Nooossa, que legal! Não, não é todo mundo que faz. Muito legal mesmo… e blá blá blá.

1°: Se algum dia alguém que faz isso ler esse texto, saiba que é errado fazer isso.

2°: O escritor que ela citou é transgressor, enquanto a moça da plateia cometeu apenas um erro (muito grave para quem tem a pretensão de se tornar escritor).

É dai que eu começo a falar. Transgredir é conhecer a regra e repudiá-la, se recusar a aceitá-la. Errar é desconhecê-la, ignorá-la.

Se eu me recusar a utilizar a nova ortografia, eu tenho que conhecê-la e ter motivos para não querer adotá-la. É diferente eu escrever “idéia” com acento porque eu não concordo em retirá-lo de eu fazer a mesma coisa por desconhecer a nova regra.

Isso não é válido só para Literatura. Não votar por não se sentir representado é diferente de não votar por preguiça de ir até a escola votar. Existe mais um milhão de exemplos.

O erro é cometido por uma pessoa alienada, ignorante. A transgressão vem de alguém ativo, contestador.

Achei importante falar disso para as pessoas não se confundirem na hora de agir de uma determinada maneira, como a moça do workshop. É importante também para que nós não confiemos em absolutamente tudo que algumas pessoas dizem, como a instrutora.

É isso. Gente que fala besteira me dá vontade de corrigir. Tendo o feito, vou eleger um novo assunto para a semana. Acho que chega de falar de Literatura.

Twistórias

Eu vivo falando da Rosana Hermann(@rosana) aqui. É porque eu aprendi a admirá-la muito. Se você der uma pesquisada sobre ela, também vai a admirar.

Ela é um poço sem fundo de criatividade. Uma das “empreitadas” dela é o “Twistórias”. Ela faz vídeos narrando tweets sobre um determinado assunto. O projeto é fazer 140 (o mesmo número de caracteres que o serviço de microblogging permite usar).

Vou postar aqui um dos que eu mais gostei. É sobre blogar. Já que eu tô numa vibe literária nos últimos dias, nada melhor que uma metalinguagem, né?

  Para ver os outros vídeos, clique aqui.

27.2.10

Como mudar a sua vida com livros

Acho que nesses últimos posts deu para perceber que eu gosto de Literatura. Criei um vínculo com essa arte para usá-la como válvula de escape. Consumindo-a, não produzindo-a.

O meu melhor período de Leitura foi 2007. Lia muito, devorava clássicos em poucas horas. O ritmo diminuiu, mas ainda gosto de passar um tempo sozinho com um livro.

Nesse ano, descobri duas coisas fantásticas. Dois livros que todo jovem na minha idade tem que ler.

Um deles é Depois daquela viagem. É uma história triste, porque é  a auto biografia de uma aidética; mas é interessante porque mostra como ela lidava e os preconceitos que ela mesma tinha. O final é o melhor.

O outro é Feliz Ano Velho. Ainda mais genial, conta a história de um jovem que se torna tetraplégico por causa de uma grande besteira. Marcelo Rubens Paiva fala de sexo, drogas, ditadura militar e mais um monte de coisas. Um dos meus favoritos.

É isso. Se você não conhece algum desses livros, vá comprar ou emprestar agora. Diamantes da Literatura nacional contemporânea e divertidíssimos.

Minhas Mulheres e Meus Homens

Consegui esse livro pelo Trocando Livros. Me apaixonei, não vou passar para frente de jeito nenhum. O Mario Prata conta uma pequena história de cada nome da sua agenda. É uma delícia.

Vou publicar uma das histórias porque achei que ela tinha a ver com o que eu andei falando aqui nos últimos posts.

Se você gostar, procure-o em um sebo (ele está esgotado no fornecedor, segundo a Livraria Cultura). Vale muito o prazer.

 

 

DANIEL FUNES, escritor (São Paulo, 1997)

-- O meu humor é parecido com o seu!

Então tá, hein? Na minha vida de modesto escritor do presente, nada me dá mais trabalho do que leitores a me pedirem opinião sobre o que escrevem. Calhamaços caem sobre a minha cabeça e meu saco. Você não pode imaginar a quantidade de gente que tem por aí achando que sabe escrever.

E esse cara, surgindo sabe-se lá de onde, teve a cara-de-pau de descolar o meu telefone que não consta na lista.

Ao dizer o nome do livro (“Bawakawa”) tive a clara convicção que vinha mais merda. Uma pessoa normal não escreveria um livro com esse nome. Nem uma anormal. Deixou na portaria. Da portaria veio para o canto da minha mesa de trabalho. Eu ficava olhando para ele. E ele: me lê, me lê. Bato os olhos. Uns desenhos parecidos com o Carlos Zéfiro.

E o doido a insistir: já leu, já leu?

Meu filho Antonio, 20 anos, bate o olho:

-- Esse cara é mais doido que você, pá!

Resumindo: esse filho da mãe é mesmo um danadinho. Comecei a ler o livro e, numa golfada só, fui até o fim.

Ele tinha razão: o humor dele parece com o meu. Meu filho tinha razão: ele é mais doido do que eu. Não sei qual é a vantagem de ser mais doido do que eu, mas é.

O problema é que eu não consigo ser mais doido do que eu mesmo. Ele consegue. Ainda bem. A espécie está conservada e em excelentes mãos, já que cabeça ele não deve ter há muito tempo.

Prata, Mário. Minhas mulheres e meus homens. Rio de Janeiro. Editora Objetiva, 1999. p.65

26.2.10

Será arte?

Essa é uma pergunta que só quem não entende absolutamente nada de arte responde com certeza. Até porque a arte não existe no presente. Ninguém pode ter a arrogância de fazer algo e dizer “Isto é arte”.

A pretensão de fazer arte, por mais sem sentido que pareça, atrapalha muito quem pode fazê-la de verdade. Existe muita gente que escreve bem (falo em escrever porque é o que eu entendo melhor), mas a ânsia de fazer algo artístico acaba fazendo uma porqueira.

Um exemplo é aquele seriado “Capitu” que fizeram há um tempinho atrás. Segundo o diretor, era uma minissérie unicamente artística. Acabou sendo “artística” demais e perdeu o valor por interferir demais numa obra de arte.

As pessoas acham que quanto mais complexo, mais artístico é o que elas fazem. Quer um exemplo de como isso é mentira?

A Rosana Hermann (@rosana) fez um poeminha que é um dos mais curtos que eu já vi [e é arte].

“Riacho,

acho,

há”

O que eu quero dizer é: se é pra fazer arte, não se preocupe com o valor artístico, dê importância para outras coisas. Se o seu trabalho merecer o título, será reconhecido como arte.

Desempinando meu nariz

Conhece aquela história “Se eu não me achar bonito, quem vai achar?”. Sigo essa filosofia com a minha escrita. Não faço o tipo que odeia tudo o que escreve. Só falo isso quando realmente não está bom.

Ontem, no Workshop de Narrativa Literária, desempinaram meu nariz. Eu estava me sentindo meio arrogante porque eu percebi que conhecia mais de teoria literária do que a maioria dos que estavam ali e porque ouvi um dos participantes falando besteira assim que cheguei. Tem também o ponto de que eu me senti em uma sala de aula: a instrutora fazia uma pergunta e ninguém respondia. Eu fui até lá para discutir, conversar e pensei que eles também… me enganei.

O lance de acabar com a minha arrogância aconteceu quando a moça começou a citar autores que eu não conheço. Até aí tudo bem, só tenho 17 anos, estou só colocando a pontinha do pé nesse lance de leitura.

Piorou quando a instrutora pediu para que cada um lesse um texto de apresentação que ela havia pedido que nós fizéssemos. Me fodi porque gosto de respeitar as regras. Fiz um texto superegocêntrico respeitando as 10 linhas que ela havia pedido.

Todos fizeram textos cheios de metáforas, palavras difíceis (é de conhecimento universal que nutro uma antipatia pelo uso de léxico demasiadamente rebuscado) e eu fiquei no meu feijão com arroz.

Meu texto não foi o pior. Tinhas coisas muito ruins, mas não foi o melhor. Minha amiga de blog e de vida, Ingrid, arrasou. Um homem que fez um falando sobre navalha também foi do caceta.

Enfim, todo mundo fez texto legal e o meu ficou no básico. Encolhi meu rabinho e fiquei no meu canto até o final do workshop.

  Eu sei que consigo fazer textos bem melhores do que boa parte daquele povo. Meu nariz está empinado e assim vai ficar por um bom tempo. Até porque a instrutora estava puxando o saco de todo mundo só para tentar fazer a gente comprar o livro dela. Se fosse eu, fazia cara de nojo para metade dos textos ali, inclusive pro meu.

Enfim, pelo menos ela me serviu pra nostalgia. Era a cara da melhor professora de Língua Portuguesa que eu já tive.

É isso. Bom final de semana para todos nós.

Artistas, quem são vocês?

Já falei de estereótipos aqui várias vezes. Vou falar de novo, só que outros tipos.

Acho divertidíssima a imagem que as pessoas fazem de algumas classes. É uma imagem muito distorcida a que se faz de escritores, artistas e tal.

Artista plástico é uma pessoa que se veste só de preto, usa óculos escuros e faz umas coisas que ninguém consegue entender. A Thaís Araújo interpretou uma artista plástica na novela “A Favorita” (foto ao lado). Bem no estilo que todo mundo imagina, né?

A figura do escritor é a mais errada de todos. Você imagina um cara todo introspectivo, com uma caneta em uma mão e na outra um charuto ou uma xícara de chá. Quem imagina que as melhores poesias são filhas da cachaça?

Ontem eu fui a um Workshop sobre Narrativa Literária. Vi um monte de gente se montando na figura do escritor. Gente cabeluda, homem de barba grande, mulher meio alternativa… As melhores coisas que eu ouvi lá saíram da boca de quem não tem a mínima pinta de escritor.

A Martha Medeiros é um exemplo do que eu estou falando.

 

Tem como ser mais normal? Não, não tem.

E tem a “literatura” que esse povo esteriotipado produz. Enchem de porcariada: "navegando languidamente pelo infinito do negrume de seus olhos”.

Não sou crítico literário, nem sou especialista. Tudo o que eu sei é [ao contrário do que possa parecer] que chatice e literatura não são diretamente proporcionais. Tem muito livro divertido e de qualidade como tem muita porcaria chata.

Sem querer ditar regras: menos é sempre mais. Se você quiser fazer um texto refinado, chato e de qualidade, conheça os mecanismos gramaticais que possibilitam isso.

E tenho dito.

Obs.: A instrutora do workshop falou em tipos de narrador e acabou citando um autor que alternava dentro de um mesmo texto entre narrador em primeira e em terceira pessoa. Se você fizer isso e achar que está abafando, pare. Nós, meros mortais, não temos licença poética para fazê-lo, até porque na maior parte das vezes isso não passa de erro de coesão.

24.2.10

Será arte?

A pergunta que é título do post eu me faço quase todo santo dia. O que é arte e o que não é?

Sempre que me pergunto, um poema do Ferreira Gullar me vem à mente.

Traduzir-se
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?

Aqui uma música baseada no poema:

Será arte?

23.2.10

Exagerando

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Gostei desse texto. Ele fala tudo o que eu penso. Quando o brasileiro adota uma minoria para lutar pelos seus direitos, luta da maneira errada. Preconceito e discriminação viraram uma neura tão grande que até comprar chocolate branco era sinal de racismo. Acho um absurdo que nós aceitemos que a luta pela homofobia vire uma loucura como a jornalista Lele Siedschlag descreveu no texto.

Se o médico desse tal de Dourado disse que homem hétero não pega AIDS, é o médico mais desinformado do mundo. Ele não saber que isso é mentira torna ele um dos cidadãos mais desinformados do mundo.

É só digitar “AIDS” ou “Síndrome da Imunodeficiência Adquirida” no Google que ele dá essas respostas em menos de 3 minutos.

A moda agora é fazer a sociedade deixar de ser quadrada. Homossexual que chama de homofóbico qualquer um que ri dele porque tem uma alface  grudada no dente também é quadrado.

E tenho dito. ;P

 

Obs..: Não que eu tenha algo contra, mas eu só acompanho o BBB pela repercussão na internet e no Twitter. Se eu tiver falado besteira, me perdoem e me corrijam.

Exagerando

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Gostei desse texto. Ele fala tudo o que eu penso. Quando o brasileiro adota uma minoria para lutar pelos seus direitos, luta da maneira errada. Preconceito e discriminação viraram uma neura tão grande que até comprar chocolate branco era sinal de racismo. Acho um absurdo que nós aceitemos que a luta pela homofobia vire uma loucura como a jornalista Lele Siedschlag descreveu no texto.

Se o médico desse tal de Dourado disse que homem hétero não pega AIDS, é o médico mais desinformado do mundo. Ele não saber que isso é mentira torna ele um dos cidadãos mais desinformados do mundo.

É só digitar “AIDS” ou “Síndrome da Imunodeficiência Adquirida” no Google que ele dá essas respostas em menos de 3 minutos.

A moda agora é fazer a sociedade deixar de ser quadrada. Homossexual que chama de homofóbico qualquer um que ri dele porque tem uma alface  grudada no dente também é quadrado.

E tenho dito. ;P

 

Obs..: Não que eu tenha algo contra, mas eu só acompanho o BBB pela repercussão na internet e no Twitter. Se eu tiver falado besteira, me perdoem e me corrijam.

22.2.10

Eutanásia, amor e coragem – o caso de um jornalista britânico

Poucas notícias me chocaram tanto até hoje. Na manhã da terça-feira passada, o jornalista da BBC Ray Gosling confessou um assassinato durante um programa ancorado por ele que falava sobre pessoas à beira da morte. O vídeo da confissão é este:

Gosling foi preso e libertado após o pagamento de fiança.

A Eutanásia é o direito de se abreviar a vida de uma pessoa que sofre de uma doença terminal. Casos de câncer e pessoas em estado vegetativo, por exemplo. É um dos assuntos em debate nos fóruns de Bioética e Ética da Medicina.

Passei a admirar o jornalista de quem eu nunca havia ouvido falar. Principalmente pela coragem que ele teve.

Ray é um homem que lutou, durante seus 71 anos, por uma causa em que acreditava – uma causa muito polêmica: o direito dos homossexuais.

O apresentador teve coragem de assassinar alguém que ele amava para livrá-lo da dor.

Ele confessou para todo o mundo que matou seu amante (gay) que era portador de AIDS.

Ele não perdeu a sua dignidade.

Admiro-o porque ele admitiu muitas coisas que pouquíssimas pessoas têm coragem de admitir e não perdeu a sua dignidade. Um jornalista digno e de coragem: eis a fórmula para o sucesso.

Janelas Paulistanas #postsimperdíveis

 Acabei de descobrir o blog "Olhar sobre o mundo" e o Nilton Fukuda fez um post muito legal com fotos que o fotógrafo Hélvio Romero fez de diversas janelas da cidade de São Paulo.
 Você pode ver os posts clicando aqui.

We are the world #Postsimperdíveis



Já era de se esperar que surgissem um milhão de vídeos do "We are the world" depois que Michael Jackson morresse. Pelo menos os que eu vi até agora têm sido produzidos com a intenção de ajudar quem precisa, assim como o original. Essa é uma versão feita com músicos amadores do YouTube cantando.
 A dica é da @rosana do Querido Leitor.

Faça você mesmo

 Ontem eu vi a @rosana falando sobre um ventilador usb. Achei a ideia legal e fui procurar na internet onde encontrar. Acabei encontrando um vídeo de faça-você-mesmo bem interessante. Ainda não fiz, não posso certificar se funciona ou não, mas não custa nada tentar.

21.2.10

Trote via internet

 Passar trote não é legal. Não mesmo. Pode prejudicar muita gente. Só que o kibeloco.com.br publicou em 2007 um post com trotes passando via Chat de Atendimento On-line telefônia. Eu ri muito. Vale a pena conferir.

Agora sim: Feliz Ano Novo!



 Por mais que nós tentemos negar, por mais que a gente tente começar o ano em Janeiro, as coisas só começam a fluir depois do Carnaval. É como se entre Janeiro e Fevereiro a gente emendasse as férias.
 Feliz ano novo para todos nós, então. Que a partir de amanhã a gente consiga fazer as coisas fluírem e comece a cumprir as resoluções de ano novo. Nem vou falar muito porque a minha lista é grande e eu tenho que começar a correr atrás desses objetivos agora.
 Que venha 2010 de verdade!

Trocando as caras

Vocês já ouviram falar do site manbabies.com? É um blog especializado em trocar a cara de pais e filhos nas fotografias. O resultado é bem engraçado, dá uma olhada:
Photobucket

19.2.10

Playing for change - Paz pela música

 O Playing for change é um projeto colaborativo que envolve música e compromisso social. O projeto é montar um vídeo na forma de um "mosaico": artistas de rua de todo o mundo cantam a mesma música e as gravações são depois recortadas e coladas.
 A parte do assistencialismo entra porque o dinheiro arrecadado com o projeto sustenta uma escola de música e um centro de artes na África do Sul.
 O site oficial do projeto é http://www.playingforchange.com/ e um dos vídeos do projeto é este aqui:



Bom fim de semana para todos nós.

iSanduíche 4G

A tecnologia está tomando conta das nossas vidas. Quem não viu o lançamento do iPad há pouquíssimo tempo atrás?
 Indo nessa vibe* teconológica, que alguém (juro que tentei descobrir quem, mas não consegui) fez um vídeo ensinando a levar toda essa modernidade para a sua comida. Surgiu então o revolucionário iSanduíche 4G. Confiram o vídeo e depois digam o que vocês acharam.

*reparam que eu tô modernizando meu vocabulário?

18.2.10

Dá gosto de ver



 Um dos vídeos mais bonitos que eu já vi na internet. Todinho em stop-motion. Será que eu consigo fazer um desses?
 Só achei que a trilha podia ser melhorzinha.

Vancouver 2010: Patinação Artística

Photobucket

Na minha opinião, um patinador está no meio caminho entre um bailarino e um ginasta. As tais Olimpíadas de Inverno são mais interessantes do que eu podia imaginar. Assisti ontem (17/2) quase toda a transmissão da competição de Patinação Artística Masculina. Parei depois de um tempinho porque as coreografias ficam bastante repetitivas.

Apesar dessas roupas feias e da inveja masculina que me obriga a dizer que são todos gays, eu tenho que admitir que esses caras são fodas.

Vou colocar o link para o vídeo da apresentação que eu mais gostei. Vocês podem ver mais no R7.com.

PS1: Reparem na reação da torcida quando o patinador cai*

* em esportes acrobáticos, considera-se queda quando o atleta apoia as mãos no chão após a finalização do salto.

Javier Fernandez se apresenta ao som do tema de James Bond

Coração quente para competir no gelo

Photobucket
Eu não sabia que existia uma olímpiada só para esportes no gelo. E são esportes legais. Deem uma pesquisada por luge, bobsled e patinação artística no gelo. São muito, muito interessantes.
Eu quero mostrar uma reportagem que eu vi essa semana no Jornal da Record. Trata-se da história do canadense Alexandre Bilodeau, o primeiro atleta do país-sede a conquistar uma medalha de ouro em Vancouver. Fala um pouco do relacionamento entre o atleta e o irmão, que tem paralisia cerebral. A reportagem é esta aqui:
Alexandre Bilodeau dedica ouro ao irmão 

13.2.10

We are the world

 

Acho impossível que alguém não tenha ficado sabendo ou visto a nova versão de “We are the world”. Desta vez eles querem ajudar o Haiti. Pode ser ignorância minha, mas acho meio hipócrita eles pedirem que nós compremos a música para doar dinheiro para o Haiti quando tudo o que eles doaram foi a preciosíssima (às vez nem tanto) voz deles. Vamos botar a mão no bolso ae, galere.

De qualquer maneira, a música não chega nem perto da original. Eu não esperava muito, já que o Joe “Bob Dylan Não Sabe Cantar” Jonas faz parte. E a Miley Cirus até que canta direitinho.

A versão que vale a pena ouvir:

CQC e Legendários brigando

 

 

Para quem não sabe, o Marcos Mion (ex-MTV) foi contratado pela Record para apresentar e dirigir um programa de humor, para o mesmo público do Pânico e do CQC. Mion, com carta branca pra selecionar elenco, começou a procurar membros dos outros programas. Por muito pouco ele não levou o Danilo Gentili do CQC e o redator Antonio Tabet (hoje no Caldeirão do Huck) para o seu programa, “Os Legendários”.

Na quarta-feira (10/02), João Gordo – um dos legendários – foi até Brasília para protestar contra José Roberto Arruda e toda a corrupção que ocorre por lá. Acontece que no dia seguinte, o governador do DF foi preso.

Antonio Tabet publicou a seguinte frase em seu Twitter (@kibeloco): image

Um pouco mais tarde, os integrantes do humorístico da Band começaram a protestar. Rafael Cortez soltou:

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O Felipe Solari (Legendários) respondeu:

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Teve tiro pra tudo quanto é lado. Você pode ver melhor procurando nos perfis @guipadua @felipesolari @cortezrafa @mionzera.

A Fabíola Reipert, do portal R7.com, publicou na quinta-feira a seguinte nota:

image 

Parece que o clima está esquentando nos bastidores das duas produções. Acho uma idiotice isso de programas de humor ficarem brigando. Ainda mais porque eles nem estão disputando audiência (CQC está de férias e Legendários tem a estreia prevista só para março ou abril). Pura bobagem. Eles deviam se unir para conseguir fazer mais coisas.

Enfim. Espero que as coisas se acalmem, assim como se acalmaram entre Pânico e CQC. Quanto a essa última briguinha, vou deixar um vídeo com uma das faíscas que rolou:

 

Muito humor para todos nós!

Fugindo do Carnaval e indo para o cinema

Chegou o carnaval! Muita festa, muita alegria, muita cerveja quente, muito axé, muita gente suada pulando que nem pipoca em panela quente. O paraíso para alguns, o inferno para outros.

Se você não curte a nova música da Cláudia Leitte, há outras coisas que você pode fazer nesse feriado prolongado. Ir à igreja é uma opção. Outras opções são: ir ao shopping, ao parque, etc. Você confere aqui o que abre e fecha em SP durante o feriado. Se você preferir assistir a um filme, eu preparei uma lista com algumas dicas:

Photobucket

Mais dicas de filmes e a resenha de todos esse que eu indiquei, você encontra no Blog do Rubens Ewald Filho, o maior especialista em cinema do país.

 Andam Dizendo:

O que eu achei de

Bom feriado para todos nós. E lá vou eu…

12.2.10

Agilidade mental


Eu estava fuçando no Querido Leitor e achei o link para esse vídeo. É uma palestra ministrada pela Rosana Hermann (autora do blog e outras milhares de coisas).
Achei genial. Daquelas que você pensa: UAU! MUDOU MINHA VIDA. Tudo bem que não é pra tanto, mas dá pra pensar um pouco sobre algumas coisas no nosso dia-a-dia.
Para ver a palestra no site de onde eu tirei e onde tem várias outras, clique aqui. Se você não conhece a @rosana nem o blog dela, pode conferir porque vale muito a pena.
Um beijo, um browse, um aperto de mouse. Palavras dela.

11.2.10

Um minuto

É impossível não ter ficado sabendo do acidente que o helicóptero da Record sofreu essa semana. Quem sofreu, na verdade, foi o piloto, que morreu, e o cinegrafista que foi internado em estado grave.

No Jornal da Record do dia do acidente (10/02), os funcionários fizeram silêncio em homenagem ao piloto. Tanto a redação de São Paulo quanto a equipe que está em Vancouver para cobrir os jogos de inverno.

Talvez algumas pessoas tenham achado exagero. Eu acho que o ato foi importante para a família, para o piloto e para os outros funcionários da Record.

Eu fiquei arrepiado, mas me arrepio muito facilmente. Incorporei o vídeo do R7.com para que quem não viu dê uma olhada.

Pode soar um pouco egoísta, mas ver a redação da Record assim me dá ainda mais vontade de passar logo a escola, a faculdade e poder fazer parte de um time como esse.

Gaia

 Gaia é a deusa grega da Terra. Ela simboliza nosso planeta e é usada como muitos pesquisadores para se fazer uma metáfora entre a vida de Gaia e a vida do nosso planeta.
O fato é que ela está morrendo, e nós, como parte desse ser, vamos morrer também. O assunto foi discutido há pouco tempo na Cop15, mas não foram tomadas decisões efetivas para tentar salvar-nos.
Nesse lance ambiental todo, o idealizador do site Breathing Earth tomou uma iniciativa para nos alertar. O site mostra, baseado em estatísticas, quantas pessoas morreram, nasceram e quantas toneladas de CO2 (o famigerado Dióxido de Carbono ou Gás Carbônico) foram emitidas durante o tempo em que você esteve no site. Ele também exibe estatísticas de acordo com o país.
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Eu achei aterrorizante, mas serve de alerta para que comecemos a, no mínimo, separar o lixo reciclável do não-reciclável.
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Clique nas imagens para acessar o site.

Poemúsica – brincando com palavras


Adoro poemas/músicas que brincam direitinho com as palavras. Esse é genial. Conheci a letra em uma prova de simulação de vestibular há quase dois anos atrás. Desde lá ela me encantou e eu continuo doidinho por ela.

“Lágrimas de diamantes
À noite lágrimas de diamantes
De dia lágrimas, à noite amantes
Lágrimas de diamantes”

10.2.10

Ah, meu! Vai dar…

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Eu sei que vai soar muito clichê, mas… dá o dinheiro para mim e vai ser feliz.

Notícia ruim chega rápido

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É assustador como as notícias voam pela internet. Assustador de verdade. Ainda mais com esse imediatismo de hoje em dia. Espirrei, posto no twitter; alguém me filmou levando um tombo e depois de três minutos já está no YouTube; posto fotos que eu tirei com o celular direto pelo WAP ou 3G.
O problema é quando os meios de comunicação “antiquados” acabam ficando fora da brincadeira. Será que ninguém pensou em avisar a família do garoto?

Tá rindo, é?

Adoro essa música. Acho divertidíssima. Pensei até em montar um videozinho com ela, mas não consigo editar vídeos no meu pc. :S Baixei do youtube e subi pro Vimeo. Espero que vocês gostem tanto quanto eu.
“Ah! Vamos dando risada que a vida nos chama, não dá pra chorar. A minha oração é bem curta pro santo não entediar. E vamo que vamo, vamo que vamo, que dá!”

9.2.10

Se o mundo não for bom o suficiente, crie um mundo novo

 

Quando as coisas parecerem chatas, vamos dar um jeito de fazer o chato ser mais agradável. Tudo depende do modo como a gente vê as coisas. Quem sabe não seja melhor usar óculos para vê-las?

Sem querer parecer chato, nem falar do Lindo Mundo da Imaginação. O que eu quero propor é que todos nós, e cada um individualmente, passe a ver o mundo de outra maneira. Aceitar de coração aberto, sabe?

O mundo é tão chato às vezes. Caminhar da escola até em casa é insuportável. Até porque eu sempre estou morrendo de fome, cansaço e o sol não ajuda em absolutamente nada.

A questão é: por que me importar tanto? Vou começar a usar bermuda, passar filtro solar, comprar uma garrafa de água (ou uma latinha de coca), talvez até compre um óculos de sol e um boné.

Você sabe o que é clipping?

Eu não sabia. Descobri em um sábado que acordei cedo (sabe-se lá o porquê) e acabei assistindo ao “Pequenas Empresas Grandes Negócios”.

Sabe aquela brincadeira de recortar reportagens de jornal e colar em uma folha sulfite? Colecionar artigos que saem em jornais e revistas sobre seu artista preferido? Isso é clipping ou clipagem. E grandes empresas pagam uma nota por isso.

Olha o vídeo que me ensinou. Achei interessante.

 
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