31.7.10
Preconceitos que a gente nem vê
29.7.10
A vida não é um filme. Que pena...
28.7.10
Arte das Ruas
Essa é a obra de um artista de Berlim chamado MTO. Ele faz esses grafites perfeitos baseado em filmes de sucesso. Tem até do "Cidade de Deus".
Vi aqui.
27.7.10
Beleza sem inteligência
Como se sair bem em uma prova
Cueca Delivery
Boa, não?
26.7.10
25.7.10
Jean Charles, o filme
Sinceramente, eu esperava muito mais. Uma história verídica, com tanta coisa a ser contada, esbarra em um roteiro ruim e uma direção fria.
Fica evidente que Henrique Goldman, roteirista e diretor, só encontra um caminho mais agradável para o filme depois de mais de 50 minutos já passados.
O início do filme se compõe apenas de cumprimentos “E aí?” é o que mais se ouve. Diálogos fragmentados, cenas curtas irrlevantes para o enredo (que demora a aparecer) ajudam o filme a se tornar chato e tão profundo quando um pires. O filme se propõea discutir questões sérias, mas as aborda com a mesma visão que uma criança teria.
As atuações são deprimentes, muitos não são atores de fato. O sotaque incomoda o tempo todo, seja o caipira forçado ou o extremamente sujo dos brasileiros falando inglês. A captação do áudio também é muito falha, às vezes as vozes se embaralham e é impossível distingui-las. A sonoplastia exagera às vezes, chegando a incomodar.
O plano é sempre aberto demais e a câmera se posiciona muito longe dos atores, fazendo com que o filme pareça frio demais. Por vezes, o diretor explora o recurso da câmera na mão, tornando o filme ainda mais difícil de engolir.
Selton Mello tem uma interpretação insuportável, chata e arrogante como sempre. Vanessa Giácomo é a única que mostra o que é uma boa atuação e se destaca mesmo com um roteiro ingrato.
O ROTEIRO
Qualquer filme que se propõe a contar uma história real tem um pouco de documentário. Por isso seria aceitável e até recomendada a temida narração, porque ela dá verossimilhança à obra. A narradora no caso seria Vivian, personagem de Vanessa Giácomo, o que diminuiria a frieza do roteiro e até tornaria menos estranha a intensa presença dela em um filme sobre o primo.
O filme explora demais o terrorismo e de maneira errada. Inserções de notícias são feitas diretamente na tela, como se a notícia estivesse sendo transmitida ao vivo diretamente para o espectador do filme.
O roteiro até tenta ser engraçado em alguns momentos, mas resulta bobo e constrangedor, como quando Vivian encontra um amigo que virou homossexual, e posteriormente quando ele fornece explicações sobre um lubrificante vendido na sex shop em que trabalha.
O clímax do filme – a morte do jovem brasileiro – é sem graça. Falta emoção, ação e um pouco mais de explicações sobre o que de fato aconteceu, o porquê de ele ter sido confundido com um terrorista e destacar mais os agentes que o vigiaram.
O filme é fraco, mas vale a pena ver. Vale mais a pena ainda se você encontrar o documentário feito pela BBC e exibido no Repórter Record sobre o caso.
Ai, meus ovos!
Se eu falar pra vocês adivinharem do que é feito esse painel, é claro que todo mundo vai adivinhar que é feito com ovos. Lindo, não?
Vi no Trabalho Sujo.
24.7.10
He’ll be back
Ele pode voltar. Debbie Snyder disse que ele é um dos nomes que estão sendo cogitados para interpretar Xerxes no filme homônimo, que contará a história da batalha que aconteceu antes da do Desfiladeiro das Termópilas (do filme 300).
Pela expressão dele e o comentário da mulher, eu concluo que ele tem muuuuitas chances.
Vi no Omelete.
Máquina da amizade
Faz tempo que eu não vejo essas máquinas de vender refrigerantes, mas eu lembro que tinha uma no estacionamento do prédio onde eu morava quando era criança. Enfim, no dia do amigo na Argentina a Coca-Cola fez a tradicional promoção leve duas e pague uma, só que com um diferencial: as pessoas tinham que urilizar essas máquinas gigantes em que você só consegue fazer a compra com a ajuda de um amigo. Criativo para caramba, não?
Vi lá no #Brainstorm9
Logo da Copa 2014 repaginado
Um designer americano viu o logo escolhido pra Copa de 2014 (que vai ser aqui no Brasil) e disse que o considerou um pesadelo. Os designers brasileiros concordam e ainda levantam questões sobre o método da escolha da imagem, que teria sido escolhida por pessoas famosas e não por especialistas.
O tal designer americano resolveu dar uma melhorada no logo.
Ele trocou o formato das mãos para que elas realmente parecessem mãos, tirou o 2014 em vermelho ali do meio e adicionou o azul, assim todas as cores da bandeira do país estariam presentes. A fonte com que as inscrições haviam sido feitas embaixo também foi mudada. A única coisa ruim é que ele escreveu Brasil com z, né? Mas fazer o que… Realmente ficou bem mais bonito, não?
Justus Pop Culture
O Roberto Justos fez nas duas últimas semanas programas especiais do 1 contra 100 com perguntas relacionadas à cultura pop e com convidados especialistas no assunto pra responder.
O cara dessa quarta-feira chegou bancando o espertão, o nerd cool e levou um olé de uma menina da galera. Eu ri.
E as cortinas se abrem
23.7.10
Kristen não é vampira, mas adora morder
Dois videozinhos com a musa(?) da saga Crepúsculo, a belíssima Kristen Stewart.
1. Dizem que ela só tem uma expressão... será?
2. Mordedora de lábios. HUUUUUM...
Ô lá em casa...
22.7.10
Bibibienal do Livro
Confesso que só havia ouvido falar do Mia Couto, por isso fiz uma pesquisa sobre eles:
Ondjaki
Nascido em Luanda no ano de 1977, Ondjaki estudou em Portugal e nos Estados Unidos. Vencedor de vários prêmios, suas principais obras são Os Da Minha Rua e AvóDezanove e o segredo do soviético.
José Eduardo Agualusa
Outro angolano que passou boa parte da vida na Europa estudando graças a bolsas de estudos que ganhou em diversos prêmios de Literatura. É autor dos livros As mulheres do meu pai e O filho do vento.
Mia Couto
Filho de portugueses, Mia Couto é o mais importante autor africano. Na sua literatura, mistura vocabulário regional à língua padrão, de maneira a reinventar o português.
20.7.10
Postagem Temporária Utilizada para Detecção de Tema (63c8642c-01fe-4393-9ff8-e8646e34673a - 3bfe001a-32de-4114-a6b4-4005b770f6d7)
Esta é uma postagem temporária que não foi excluída. Exclua-a manualmente. (7131a21c-bf77-4e9c-90e8-8ce211f0e08c - 3bfe001a-32de-4114-a6b4-4005b770f6d7)
12.7.10
Algumas coisas sobre Glee
A série foi criada por Ryan Murphy, o mesmo criador de Nip/Tuck. A história gira em torno do professor de espanhol Will Schuester, que passa a dirigir o Clube do Coral (Glee Club) do colégio William McKinley. O problema é que apenas 5 alunos se inscrevem nas aulas e os maiores perdedores da escola. O clube acaba crescendo por causa de convites feitos pelo professor e dos planos da treinadora das líderes de torcida, Sue Sylvester.
A história de cada um dos personagens é uma granada que acaba estourando em algum episódio. Rachel, a líder talentosa e insuportável, foi criada por dois pais gays e parece lidar bem com isso até o episódio 19 – Dream On.
Conheça um pouco os personagens:
1. Rachel Berry – A talentosa líder do grupo. Rachel é arrogante e insuportável. Nutre uma paixão por Finn Hudson, o garoto mais popular da escola e namorado de Quinn Fabray, a chefe das líderes de torcida.
2. Finn Hudson – Capitão do time de futebol do colégio, ele é o garoto mais popular da escola. Namorado de Quinn Fabray, acaba descobrindo que ela está grávida, mesmo que eles nunca tenham dormido juntos. Entre seus problemas estão a falta do pai morto, o relacionamento com Quinn Fabray e Rachel Berry e o confronto entre seu posto de grande jogador e co-líder do grupo dos perdedores.
3. Quinn Fabray – Chefe das líderes de torcida e presidente do clube de celibato, ela perde os dois títulos quando todos descobrem que está grávida. Quinn sofre uma grande transformação ao decorrer dos episódios, principalmente depois que percebe que tudo que lhe restou foi o Glee Club.
4. William Schuester – professor de espanhol do colégio McKinley High e também diretor do Glee Club. Schuester sonhava em ser um astro da Broadway, mas as coisas não aconteceram como ele esperava. Schuester enfrenta sérios problemas com a competitividade de Sue Sylvester e sua esposa, Carrie, ao mesmo tempo em que sente algo pela orientadora da escola, Emma.
5. Sue Sylvester – Treinadora das líderes de torcida, Sue Sylvester é extremamente competitiva. Ganhadora 5 vezes seguidas do campeonato nacional, Sue se considera uma celebridade. Faz tudo para acabar com o Glee Club, mas mostra outros lados seus durante os episódios.
E vamos às Glists!
11.7.10
Os perdedores que saíram ganhando
Vamos conversar um pouco sobre Glee, o seriado que une protagonistas politicamente incorretos, música e muita comédia se transformou no maior sucesso da temporada.
O seriado Glee estreou no segundo semestre do passado nos EUA e não demorou muito para se tornar um dos maiores fenômenos da TV – ganhador do globo de ouro de melhor série de comédia e indicada a 19 Emmys.
Na próxima quarta-feira, o canal Fox vai exibir a segunda parte da primeira temporada. Por isso, eu começo hoje uma série de posts especiais sobre esse grande sucesso.
6.7.10
Geração Chata
Não sei a opinião de quem lê o que eu escrevo, mas acho que nunca antes na história desse país existiu uma juventude tão chata. O povo, ao invés de arrumar alguma coisa interessante pra fazer ou falar sobre, fica reclamando dos gostos dos outros. Que chatice!
Eu curto “Crepúsculo” sim, e aí? E daí que o Justin Bieber é uma bosta? E daí que os colírios são todos gays? É só não ouvir a música do moleque e não comprar Capricho.
Chega, né? Que saco. Cansei desses adolescentes pseudo-pop-cults-de-vanguarda.
4.7.10
Significa
ricky_martin


18:08
Wellington Rafael


