Agora mesmo eu pensei em twittar: dançarina de funk = credibilidade 0. Estava passando no jornal algo sobre o caso de uma funkeira que acusava um jogador de futebol de a ter agredido. Desisti de fazer o tweet por causa do tanto de preconceito que estava embutido ali. Ora, ela ser dançarina de funk e ter sido ou não agredida são fatos que não tem relação nenhuma, mas a gente acaba encontrando um jeito que envolver o funk na história.
É basicamente o mesmo que não contratar um atendente de telemarketing porque ele é negro. O que a cor da pele e o telemarketing tem a ver? Absolutamente nada, mas possivelmente há pessoas que fazem esse tipo de relação. Uma pena. Shame on them, shame on us, shame on me.


18:08
Wellington Rafael
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