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30.12.10

Ano Novo por @BrunoMotta

Eu queria escrever um tanto de coisas aqui, mas acho que nada do que eu diga seria melhor do que estes três vídeos do @brunomotta.

Bruno Motta faz seus votos de Ano Novo, com seu sotaque mineirinho.

28.12.10

FILME: Cisne Negro (Black Swan)

Assistir a Black Swan é como estar em um sonho, em que você se enxerga como outra pessoa, mas é capaz de sentir o tudo o que acontece com o protagonista.

Com um começo encantador, narra a história da dedicada bailarina Nina, que, depois de muito esforço, luta para conseguir o papel principal da montagem de O Lago dos Cisnes que a companhia em que dança fará. O diretor do filme nos lança, então, para dentro da mente da protagonista.

A mãe, uma ex-bailarina que largou a carreira para tê-la, projeta na “doce menina” a carreira que não pode ter. Por isso, venera e superprotege a filha, a ponto de tratá-la como uma criança de 12 anos, e é exatamente como uma garota dessa idade que a personagem central se comporta.

O diretor da montagem é uma figura controversa. Ao mesmo tempo que se aproxima sexual e emocionalmente de Nina, utiliza seu poder de sedução apenas para despertar os sentimentos de que a bailarina precisa para dançar o Cisne Negro.

Lily é uma bailarina recém-chegada à companhia. Parece amigável, mas faz com que a heroína do filme se sinta ameaçada, com medo de ter seu posto roubado.

O balé a ser encenado conta a história de uma moça inocente transformada em cisne e que teria a maldição quebrada pelo amor verdadeiro. A sua irmã malvada, o Cisne Negro, seduz o príncipe por quem a outra havia se apaixonado.

Nina é a personificação perfeita do Cisne Branco, mas tem problemas em interpretar o Cisne Negro, porque lhe falta malícia, luxúria. A narrativa se desenvolve sobre a guerra da bailarina para alcançar a perfeição nos dois papéis.

O filme tem um razão de existir: descreve de forma singular uma história que não poderia ser contada de outra maneira. O diretor nos puxa para o complexo interior da personagem de Natalie Portman. De maneira sorrateira, ele nos conquista com a promessa da história de uma moça encantadora, mas passa a torturá-la com sua própria consciência, fazendo com que o espectador sinta a dor da protagonista.

Durante o caminhar da película, são apresentados a nós argumentos para julgar a sanidade da bailarina. O que faz essa obra única é a maneira como o narrador nos leva em viagens entre o real e o imaginário, causanfo surpresa e a confusão, tanto em quem assiste quando em Nina.

 Black Swan apresenta cenas grotescamente chocantes que são perdoadas por não serem reais. Talvez o excesso de fuga da realidade, como na cena em que nascem asas na personagem principal, seja o único pecado do filme.

A melhor conclusão a se tirar é que, caso Natalie Portman não ganhe o Oscar, não há mais razões para se acreditar no julgamento dos membros da academia.

A estreia oficial nos cinemas brasileiros é dia 4 de fevereiro.

27.12.10

Virado do ano não é virada da vida

Os últimos dias do ano são decisivos para quem pretende dar uma guinada de 180° na vida. Começam a surgir as promessas, os compromissos. Tudo isso não deixa de ser um indício de que nada vai mudar de fato.

À necessidade de mudança está relacionada uma necessidade de que isso aconteça imediatamente. Mudanças adiadas para o começo do ano são como as dietas marcadas para começar às segundas-feiras, que nunca chegam.

Essa mania de procrastinar acontece por causa do desconforto da mudança. Pode ver que todas as promessas de ano novo são coisas que você não pode deixar de fazer, mas que seria mais confortável continuar fazendo.

Pode mudar o ano quantas vezes você achar necessário, porque geralmente é você quem precisa mudar.

Feliz 2011 para todos nós!

24.12.10

Procurar o significado do Natal pra quê?

De uns dois dias para cá, já vi um monte de gente falando: “Mas todo mundo esquece como que começou o Natal…”, “Ninguém lembra de Jesus…” e blá blá blá.

OK. Se você é um cristão fervoroso, daqueles que vai sempre à igreja, então com certeza você não deixa o “verdadeiro significado” do Natal passa batido.

O Natal perdeu a sua essência como o aniversário de Jesus, mas teve o seu conteúdo expandido.

Se antes o Natal era apenas uma data religiosa, hoje é um dia para reunir a família, estar com quem a gente ama e selar o ano com uma comemoração cheia de alegria.

Pra quê procurar um significado pra esse feriado que é o mais gostoso do ano? Só pra acaba com a graça dele, né? Seus haters.

Feliz Natal pra todo mundo.

21.12.10

Alguém tem lubrificante aí?

Tive uma professora de português que dizia que escrever doía. Estou quase concordando com ela. Depois de dois anos e meio sem aprender absolutamente nada de redação, estou recebendo ajuda de uma professora fera, que vai me fazer tirar doze na Fuvest; mas bem que um pouquinho de KY não ia fazer mal.

Já são dois dias de estudo pesado, mas pesado leve, porque eu só estudei português até agora. E português eu sei bem. Quero ver como vai ficar quando eu começar a ralar com história, geografia, matemática. Dá até uma gastura.

Boa sorte para mim. Ou não.

Na minha cabeça, tem uma outra ideiazinha nascendo. Espero que dê certo. Mais detalhes depois.

20.12.10

Revirei meu báu

Eu já comentei sobre a minha visita a textos meus antigos, né? Hoje eu visitei mais alguns, que não estão publicados.

Dizem que quando a gente se lembra de algum momento, sente as mesmas emoções daquele instante. Tenho minha desconfiança se isso é fato, mas tenho certeza que se você escrever e depois ler, as mesmas sensações tomam conta de você.

Estava lendo “Precisamos falar sobre o Kevin” e esta passagem me chamou muita atenção:

[...] essa é a natureza do ressentimento, a objeção que não podemos exprimir. É o silêncio, mais que a queixa, o que torna a emoção tão tóxica, como os venenos que o organismo não expele com a urina.  (p.10)

Mexi no meu Báu de emoções e acabei achando muito ressentimento. Finalmente consegui dar um nome para essa sensação.

É bom saber os rótulos certos. Ajuda a organizar as prateleiras do coração.

19.12.10

Procura-se uma musa

 Ontem, lendo as crônicas de um blog alheio, me veio uma vontade de revisitar meu talento como narrador. Dei um um pulo no http://www.portalliteral.com.br/perfis/wellington-rafael e li as coisas que eu tinha publicado. Gostei muito de mim mesmo como autor, é claro que eu vejo alguns erros, que eu posso e vou consertar, mas acho que, de uma maneira geral, eu sou muito bom. Ou fui. Parece que de uns tempos para cá eu perdi minha inspiração, escrever não é mais tão fácil. Queria entender o que foi que aconteceu comigo para eu deixar esse talento escapar assim do nada.
 Vou tentar voltar à ativa, mas não prometo ser tão bom.

14.12.10

Coisas de criança

Não sei se eu já disse aqui, mas minha mãe é a coisa mais importante do meu mundo. Justo hoje, dia da minha colação de grau do Ensino Médio, me vieram à memória duas histórias que têm a ver com ela e com escola.

Projeto Família 2006 (6)Foto feia, mas tá valendo.

Ao contrário de mim, minha mãe nunca foi uma criança muito comportada. Entre as peripécias (que palavra mais fora de moda!) está: passar por baixo da catraca do ônibus e usar o dinheiro da passagem para comprar pintinhos na feira, fazer milhares de cigarrinhos de papel, etc.

Acho que uma das mais divertidas é essa. Não é bem uma história, mas é assim que ela me contou. Na escola em que ela estudava, devia ter mais ou menos uns 11 anos, o uniforme era um jaleco branco, igual aos de professor, médico, enfermeiro, e tal. Ela pegou uma canetinha e escreveu bem grande na parte de trás: “MADE IN BRAZIL”. Ela sabia o que significava? Com certeza não, talvez não saiba ainda hoje; mas é coisa de criança. Coisa de criança que mostra a história acontecendo, né? Historinha da mamãe.

A outra é minha. Dias atrás, minha mãe olhou pra mim e disse: seu cabelo tá parecido com quando você era criança. Quando eu tinha 6 anos, meu cabelo era lisinho igual ao de um índio. Brincando na piscina de bolinhas do colégio, ele acabou se bagunçando e ficando arrepiado. Meus coleguinhas riram, e eu, revoltado, gritei algo equivalente a: “Meu cabelo é uma bosta”. Umas horas depois estava eu tendo, com a minha mãe e a professora, a primeira conversa sobre auto-estima (eu nem sabia o que era isso). Meu cabelo estava parecendo com o meu cabelo de criança esses dias. E eu gosto dele assim.

Pretextos


substantivo masculino motivo que se declara para encobrir a verdadeira razão de (algo); desculpa, subterfúgio, alegação Ex.: foi embora com o p. de estar com dor de cabeça Locuções a p. de com o objetivo aparente de; com a desculpa de; à conta de.
Dicionário Houaiss.
 Acho que talvez haja a possibilidade de dizer que eu sou meio adepto do utilitarismo. Aquela coisa de: pra quê eu tenho que aprender isso? O que, no fim das contas, é de uma chatice sem tamanho. A gente chega a conclusão de que quase sempre faz algo porque é obrigado.
Para contornar essa sem-graceza toda, eu me tornei adepto dos pretextos. É simples: arranje uma desculpa para fazer qualquer coisa, engane a si mesmo dizendo que só faz isso ou aquilo por livre e espontânea vontade.
Por que eu tenho que estudar matrizes? Porque é um conteúdo cobrado no vestibular, e eu quero passar no vestibular. Pra quê eu preciso usar gravata? Para eu me sentir mais bonito e mais adulto.
Até agora só não consegui achar um pretexto para aulas de educação física. Aliás, achei vários, mas nenhum se aplica à maneira como ela é aplicada no meu (agora ex-)colégio.
Qual será o pretexto para eu escrever aqui?

12.12.10

Wikileaks

Um dos tópicos mais comentados da internet na semana foram os Wikileaks. O site, fundado por um australiano, tem como objetivo divulgar documentos de interesse público, mas que são mantidos em sigilo por empresas e governos. O problema é que foram publicados comunicados internos entre órgãos do governo norte-americano que expuseram a opinião do governo ianque em relação a diversos outros países, inclusive o Brasil.

O fundado do site foi declarado o inimigo número 2 dos Estados Unidos e caçado sob uma acusação de crime sexual (já que a divulgação de tal conteúdo não é considerada crime).

Aí embaixo você confere alguns posts relacionados ao tema. 

5.12.10

A escola está matando o aprendizado

Minha (agora ex)professora de biologia disse uma vez que boa parte do que se aprende na escola é só decoreba para o vestibular. O que não deixa de ser verdade. A nossa pergunta de cada dia do ensino fundamental “Pra que eu vou usar isso?” ganha uma resposta pouco convincente no ensino médio “Pra passar no vestibular”.

Não faz muito sentido exigir que as pessoas saibam coisas que não precisariam saber. É claro que conhecer genética é interessante, saber mais sobre o ciclo de vida dos seres vivos, entender como as coisas enferrujam e tal, mas tudo isso não é usual.

Existem tantas coisas mais interessantes que a gente poderia aprender. A escola poderia ser um lugar de discussão, construção de conhecimento e não de decoreba.

Eu disse isso para todos os professores com quem eu falei desde quinta-feira: de tudo o que eles puderam nos ensinar durante o Ensino Médio, a matéria foi o menos importante.

Já passou da hora de rever o modo como o ensino funciona no Brasil, não?

4.12.10

Um preconceitozinho assim meio pequeno

 Sempre achei meio babaca essa história de que, quem é historicamente alvo de preconceito, não pode ser fonte. Tem muito negro que tem preconceito contra branco e contra negros mesmo e tal. Vamos discutir um pouquinho sobre isso.
 Uma das regras daqui é você nunca se perguntarem como eu encontrei tal coisa na internet. Então não me perguntem como, mas eu encontrei a entrevista desse arquiteto gay Duílio Ferronato, que já foi colunista da Folha, blogueiro da Folha On-Line e hoje trabalha no R7. Fiquei MUITO chocado com uma frase dele.

 Queria saber o que ele pensaria se alguém dissesse que não é gay e não tem nada contra gays, mas também não gosto muito não.
 Cada um tem o direito de dizer o que quiser, e acho a maior chatice os guardinhas que ficam por aí vigiando e dando um jeito de distorcer. Acho que não é esse o caso.
 Talvez um dos pontos mais interessantes seja o fato de que é possível, por aí, perceber que os grupos não são homogêneos e que há preconceitos dentro deles mesmo. Na verdade, essa divisão em grupos não existe mesmo. É tudo gente, é tudo ser humano e não tem mais o que dividir.
 E é feio falar assim de qualquer pessoa. Seja você quem for. Seja a pessoa que você está criticando quem for. Negro rico não pode falar de negro pobre, branco rico não pode falar assim de branco pobre e todas as outras combinações políticas. É, no mínimo, falta de educação, né?

ps: A entrevista é de 2007 e a minha intenção é repercutir o que ele disse. É só mostrar como é feio dizer esse tipo de coisa. Em qualquer ano. E o que foi dito e impresso, seja em 2007, seja ontem, é eterno.

2.12.10

Como não lembrar de vocês?

 É o fim. A gente passa a vida inteira reclamando da escola e, quando finalmente falta só um dia, o sentimento que vem é aquele de “eu não quero que chegue”. E começa a pesar cada pequeno detalhe. Me senti mal por ser grosso com alguém, por não ter falado mais com outra pessoa, por ter reclamado do que não precisava, por não ter feito as lições que eu deveria.
 Lembrei carinha por carinha. Até das pessoas com quem eu mal converso e pensei em uma coisa que me agrada em cada um.
 Eu não quero ir pra escola amanhã. Eu não quero ter que dizer tchau. Eu quero voltar segunda-feira para escola e ver todo mundo lá. Ouvir a professora de gramática berrando no meu ouvido, a profª Lívia falando da carrrrrguinha, a Patrícia mandando a gente fazer o exercício da apostila e ninguém fazendo nada, a outra Patrícia passando setecentos exercícios de tarefa para começar na hora e terminar em casa. Quero receber as saudações do Vinicius, quero ‘preguntar’ pra Jessica ‘donde están sus gafas’. Quero ver a Nanci pedindo pra gente ficar menos feliz. Quero todas as professoras de inglês reunidas tentando domar essa turma furiosa, quero o prof. De Filosofia pedindo silêncio, a Cecília conurbando as cidades, a Fabi pedindo uma maneira não-verbal de fazer qualquer coisa, o Cléber passando textos gigantescos sobre qualquer movimento literário, o Márcio contando até 10 sozinho. Acho que não me esqueci de nenhum; caso eu tenha esquecido, o Fefo substitui.
 Mais do que isso, eu quero todos, todos os meus colegas. Sem exceção. Quero aqueles que berram, chamam a atenção, os quietinhos, os engraçados, os inseparáveis, os resmungões, os que pegam cola, os que dormem a aula toda, os que não deixam ninguém em paz. Quero ter certeza de que eu vou ter pelo menos uma piadinha pra rir no dia seguinte.
 Como não me lembrar de vocês? Como esquecer os sentimentos? Não vou falar que nosso terceiro foi o mais unido, ou o mais bonito, porque não foi; mas é aí que mora a beleza da nossa sala: nós fomos humanos. Fomos felizes cada um nos seus grupinhos, às vezes até zanzando de lá para cá, mas todos os grupinhos sempre foram do NOSSO terceiro A.
 É muito doloroso pensar que ano que vem nós seremos jogados no meio de um monte de gente desconhecida, mas é muito bom pensar que daqui a uns 10 anos, eu vou ter uma amiga RP, vários jornalistas colegas de profissão, uma médica, um turismólogo, uma veterinária, uma biomédica, uma produtora musical, uma comercializadora exterior (?)... E por aí vai.
 Então é bom guardar estes nomes, porque ainda vamos ouvir falar muito de todos eles:


- Álvaro: se eu for o rei da gramática, como eu me auto intitulo, você é o rei da matemática.
- Bianca Rocha: você me parece a menina mais organizada do mundo. Vou tentar fazer algo parecido, acho que vai ser útil.
- Bruno: quando eu achar um carburador de fusca barato, prometo que dou um toque.
- Bruna: sua carinha de santo nunca me enganou. Ano que vem tem a terceira temporada de Glee, hein?
- Byanca: a amiga das melhores piadas é também uma ótima conselheira, quem diria?
- Carol: carol na cam, né? Sou phoda.
- Débora Angelim: sua lapiseira é igual à minha. Já tinha reparado nisso?
- Débora Reiter: troquei poucas palavras com você, mas deu pra perceber que você é a menina mais natural do mundo.
- Daniel: é nóis na Cásper, fiii. E, por favor, quando pedir minha roupa emprestada, use em algo menos viado.
- Denis: se precisar de ajuda pra falar em inglês, call me ok?
- Enio: não esquece de colocar tequila no seu squeeze.
- Fernanda: Oi, moça mais alegre que eu já vi.
- Giovanna: tenha fé em tudo que acredita. Cadê o bebê?
- Giulia: caralho, eu não sei falar Portão Preto.
- Giuliano: sério, você é o cara mais cara de pau pra pegar cola que eu já vi.
- Guilherme: tudo o que eu sei sobre você é o lance ninja dos estojos do anglo. AHAHA
- Ingrid: sua cabeça no meu braço, minha cabeça na sua cabeça.
- Jenifer: desque que você era Jeni Witch.
-Jéssica Caroline: queria ter tido mais oportunidades de falar com você, futura colega comunicadora.
- Jéssica Navarro: ainda come carne crua? Minhoca tem sinal?
- Kira: ei, coisa 2. Vou SEMPRE prestar atenção quando você estiver falando, ok? Não precisa brigar.
- Laah: tenta ficar arrumadinha a semana inteira, ok?
- Leo: d?oga, o d?agão ainda rouba a sua xalxicha.
- Lívia: não foi legal falar que o Vinicius era chato o tempo todo... mas é verdade.
- Luana: cara, como assim você estudou comigo quando a gente tinha tipo 7 anos? Sério isso?
- Lucas: nada de levar polenghinho pra tomar lanche na faculdade, ok?
- Luiz Fernando: eu não sou tarado/pervertido/ nem nada do tipo. Sério... ahaha
- Maressa: vou te dar aqueles ímãs que você gostava, desde que você prometa não deixar o Enzo engoli-los.
- Mateus: para de brincar com a persiana.
- Marcos: beleza, eu não tenho libertadores, mas sou menos devagar do que você.
- Marina: não generalize a opinião de um grupo por uma pessoa ou duas. Você é muito inteligente e que gostaria muito de ter conversado com você.
- Natália: você é a típica menina do fundão, né? AHAHAHA
- Renan Tauil: a gente estuda junto desde a sexta série, mas a imagem que vai ficar é de você rebolando freneticamente dançando YMCA.
- Rodrigro Pallos: ô professooooooooooorrrrrrrr, fala comigo?
- Rodrigo Cerdeira: nunca mais vou comer frango e a culpa é sua.
- Tamara: que a nossa amizade dure no mínimo, pelos próximos 23 anos.
- Thaís: me conta o que acontece na 3ª temporada de True Blood?
- Thamirys: quero um pedaço de bolo de chocolate e um creme hidratante para cotovelo, ok?
- Thiago Testi: é nóis na bíblia, irmão


  Vamos fazer essa onda virar um tsunami. A gente pode. A gente consegue. 3 A é legal, 3A é legal, o 3A foi sensacional.
 Amo vocês.

 
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