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30.8.10

Para escolher o candidato



 Eu ainda não sei em que eu vou votar, mas vou escolher alguém que não dê a mínima para educação... Não quero privar meus filhos de verem cenas como essas.

28.8.10

Fuvest: Fu...


 Ontem abriram as incrições pra Fuvest. Eu, numa crise de ansiedade, corri para fazer a minha inscrição. Estou devidamente inscrito: Jornalismo Diurno. Tantas coisas passaram pela minha cabeça enquanto eu estava fazendo a inscrição. A primeira é óbvia: será que é isso o que eu quero pro resto da minha vida? Nunca tive tanta dúvida, mas nunca fiz algo com tanta segurança.
 Outras coisas passaram pela minha cabeça também: estou definitivamente me tornando adulto, em pouco tempo eu não vou mais ter os meus melhores amigos por perto, acabou a escola.
 Dá um frio na barriga. Até congela o intestino!

25.8.10

Teenage Dream

Gaiola das Cabeçudas



 Mas uma genialidade do povo do Comédia MTV.

24.8.10

Musiquinhas pra animar

A primeira viralizou esse fim de semana, a outra não viralizou, mas eu gosto e acho que é um pouco parecida.

23.8.10

Bite me

 Vampiros estão mais na moda do que nunca. Talvez a grande culpada por toda essa onda seja a Stephenie Meyer, que ressuscitou essa paixão antiga da humanidade. Bom, cuidem dos pescoços, porque que preparei uma lista com 18 links com todo tipo de conteúdo sobre vampiros: filmes, livros, seriados, videoclipes, etc. É sangue jorrando pra tudo quanto é lado.

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 Ahahaha. Curtiram?!

22.8.10

Eu não quero voltar sozinho - Ficha Técnica

 Já falei um monte sobre esse curta. Nada mais justo do que dar a ficha técnica com os nomes dos responsáveis por ele. Clicando na imagem, você é redirecionado para o site do longa. Ao fundo, a música "Janta" de Marcelo Camello e Mallu Magalhães, que faz parte da trilha do filme.

Mostra Internacional de Curta-Metragens de São Paulo - visão geral

 Ontem eu falei um pouco sobre a Mostra Brasil 7, mas dei mais ênfase ao filme Eu não quero voltar sozinho. Esse post de hoje vai falar um pouco mais sobre a mostra como um todo.
 Entre as boas surpresas estão, além do já comentado filme de Daniel Ribeiro, os filmes Ao anoitecer, o bosque já murmura e Azul.
 O primeiro filme foi feito baseado em uma carta encontrada em um lixo de Paris, como a diretora anuncia na abertura. A tal carta é lida em francês por um homem e as imagens complementam o seu significado através de sequências que parecem tiradas da memória. A sensibilidade da diretora Eva Randolph dá ao filme uma nova dimensão, transformando-o em poesia na linguagem cinematográfica.

 E nada mais reclamo surpreende por não passar de uma coletânea de tomadas do dia-a-dia de algum lugar, provavelmente do litoral alagoano. Não constrói-se, portanto, uma narrativa. As belas imagens não se sustentam sem a presença de um fio condutor para a obra.


 Uma narrativa alinear que nos deixa com a sensação de "será que eu entendi?". Essa é a melhor definição para o que seu senti ao final de Azul. Se tiver entendido corretamente, o filme discute a relação mãe-filho e a preocupação dessa mãe em fazê-lo parecer carinhoso, o que ele não é. É o símbolo maior da preocupação dos diretores com a imagem, deixando um pouco de lado a história, a parte literária do cinema.


 Na contramão do restante do festival, o diretor da história de amor Eu não quero voltar sozinho concentra esforços na construção de um roteiro bem estruturado com diálogos engraçados, de uma maneira muito masculina. A delicadeza na direção mostra o lado sensível dos machões. Você pode ler mais sobre esse curta clicando aqui.

 Minha amiga me disse um dia que "Tudo faz sentido se a alma não é pequena". Sendo assim, ou eu tenho a alma pequena, ou eu não ter assistido aos dois filmes anteriores fez toda a diferença na hora de assistir a Haruo Ohara. Apesar de muito bem fotografado, eu não consegui entender praticamente nada dessa fita. Talvez seja um pouco culpa do momento que o filme anterior proporcionou, que fez com que nos desligássemos e não gastássemos energia tentando desvendar os mistérios de um filme extremamente conceitual.Tão difícil que foi complicado para quem assistia entender a hora em que o filme havia terminado.



Dos filmes que se propuseram a ficar no silêncio, com pouco ou nenhum diálogo, O Som do Tempo foi o que melhor disse o que queria. Através da sonoplastia, o espectador conseguiu visualizar a transformação dos arredores da casa da senhora. No meio de vários filmes que queriam levar a linguagem cinematográfica a outro nível, esse é o mais bem sucedido.

 Os filmes não se preocuparam em mostrar histórias, mas em retratar os sentidos através da linguagem audiovisual. A parte literária do cinema -- exceto em Eu Não Quero Voltar Sozinho -- é deixada de lado: diálogos e a estruturação das narrativas desaparecem em meio a uma coleção de belas imagens e áudio impecável, como na trilha de Dalva de Oliveira escolhida em um dos filmes.
 Filmes de qualidade ímpar, mas que carecem de histórias que os justifiquem.

21.8.10

É sempre bom ter companhia

Foto: divulgação


 Fomos ao CineSESC ontem. Assistimos à Mostra Brasil 07 da Mostra Internacional de São Paulo de Curta-Metragens. Entre filmes difíceis, de narrativa não-linear ou sem narrativa estruturada, o maior sucesso da noite foi, sem sombra nenhuma de dúvidas, "Eu não quero voltar sozinho" de Daniel Ribeiro.
 O curta conta a história de Leo, um menino cego, que é acompanhado todos os dias pela melhor amiga Giovana no caminho da escola até sua casa. Gabriel chega na escola e se junta a eles. A amizade entre os dois meninos vai crescendo e se modificando com o passar da história.
 O filme se propõe a discutir a questão da homossexualidade na adolescência cair em discussões sobre a sociedade e o conflito psicológico interior às personageis. Talvez esse seja o seu maior mérito. É, sem dúvidas, a história de um relacionamento gay; mas, acima disso trata-se de um conto sobre o primeiro amor de um menino que vê o mundo da sua própria maneira.
 O roteiro escorrega algumas vezes: o momento em que a professora pede para Gabriel se apresentar, as brincadeiras de "você prefere ter uma barata na sua calça ou perder a mesada?" e o professor de história não fazem parte da realidade dos adolescentes.
 O filme é, sem dúvidas, capturado pelo ponto de vista da sensibilidade masculina, misturando delicadeza com belas sacadas sobre o comportamento feminino. Nesse ponto ele se parece muito com o longa 500 Dias com ela.
 Em uma noite repleta de filmes conceituais difíceis de entender, foi bom respirar com um roteiro bem feito, que mostra que a simplicidade é um dos caminhos mais eficientes até o sucesso.


19.8.10

Sabe quando você se sente meio João-Bobo? Você tenta levantar, mas a criancinha chata sempre tem um soco pronto pra te derrubar de novo. A questão é: continuo tentando levantar ou fico no chão de uma vez por todas?

18.8.10

Hipérbole

 Mudar não é tão difícil. Não deveria, pelo menos. Para mim foi um verdadeiro pesadelo. Não a mudança, o período de adaptação. Sou tímido, quietinho, fazer amigos nunca foi meu forte. Eu fui morar no interior quando tinha 13 anos, no meio das férias. Nem sequer disse tchau para os meus amigos.
Eu amava a minha vida em São Paulo. Adorava os meus amigos, adorava a minha escola, adorava o jeito que eu vivia, estar em uma cidade gigante mesmo que não explorasse nem um centésimo dela.
A mudança foi boa por mudar isso. É claro que estar contente com tudo era bom, mas era um sinal de que eu estava alienado, eu não conhecia outra maneira de ser, e, por isso, aquela vida parecia super aceitável.
Demorei uns seis meses para começar a me adaptar à nova cidade. Acho que na época eu não percebi, mas era um universo completamente diferente. Os meus novos colegas, apesar de serem muito unidos e fechados, até que me aceitaram bem, mas eu não conseguia aceitar aquele lugar novo.
Parecia que a minha vida aqui era tão perfeita. Eu escrevia em uma agenda e reclamava do barulho, do sotaque interiorano, de como eles tratavam os professores, de como a cidade era parada.
Eu chorei muito, eu briguei muito, quase deixei de conhecer pessoas fantásticas por querer fazer com que tudo parece muito mais trágico do que realmente era. Fiz babaquices sem tamanho.
No primeiro semestre, passava os intervalos na biblioteca, com livros e a tal agenda em que escrevi as maiores bobeiras sobre aquelas pessoas. Fui infantil e era de se esperar, eu era uma criança.
No início da oitava série as coisas começaram a mudar. Entrei para o grupo de teatro, fiz parte do grupo dos orientadores de estudo, dos alunos-voluntários. Comecei a rasgar cada uma das páginas que eu havia escrito.
Foi aí que eu aprendi tudo o que eu achava que sabia: amizade, amor, coleguismo, união, solidariedade.
E quase que eu deixei tudo isso passar batido só por causa dessa minha maneira de exagerar.

13.8.10

 Às vezes a gente projeta os nossos sentimentos em outras pessoas. Todo mundo faz isso. Sabe quando você fala que a sua amiga tá morrendo de inveja de você, mas não é bem ela a invejosa?
 Queria saber o motivo. Procurarei um psicólogo.

6.8.10

Morte à cultura!


 Os tucanos estão querendo assassinar a TV Cultura. Um crime horrível. Crime contra a televisão, que tem poucas produções que privilegiam a qualidade do conteúdo. Crime contra 1400 funcionários que podem perder seu emprego. Crime contra a democracia, por perder esse importante veículo de ligação entre o povo e o Estado.
 O fato é que a TV Cultura deixou de atender aos desejos do Governo do Estado de São Paulo -- que fornece uma parte do orçamento do canal. Prova disso é a matéria encomendada pelo ex-chefe do jornalismo sobre os pedágios, por causa da qual ele perdeu o emprego.
 A TV Cultura, apesar de não estar entre as líderes de audiência, é importante pelos serviços que prestou. O que será das próximas gerações se perderem esse veículo que traz até o sofá de casa programas como Cocoricó, Castelo Rá-Tim-Bum, Roda Viva?
 Um crime horrível e que não pode acontecer. Para isso, precisamos escolher bem o próximo governador do estado: ele terá o poder de decidir se mais de 1000 funcionários serão demitidos ou não.
 A primeira eleição em que eu vou votar e já tenho uma causa pela qual lutar na urna.

1.8.10

Bolsa de patchwork

 É feio, mas eu vou fazer essa propaganda. É o seguinte: o blog De(coeur)ação está sorteando uma bolsa, trabalho da artesã Ana Sinhana. Para concorrer, é só clicar aqui e ficar sabendo como.

Jeito simples de resolver as coisas


Não gosta de casamento gay? Não se case com alguém do mesmo sexo.
Não gosta de aborto? Não faça um.
Não gosta de drogas? Não use.
Não gosta de sexo? Não faça.
Não gosta que seus direitos sejam tirados? Não tire os dos outros.

 
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