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4.1.10

Bastardos Inglórios

 

UAU! A frase que melhor descreve a sensação quando os créditos começam a aparecer. O filme apresenta uma visão torta do história: não como de fato aconteceu, mas como poderia ter acontecido. Algumas cenas, como quando os “Bastardos” escalpelam oficiais alemães.

Além de ser uma obra fechada por si só, o filme traz uma tonelada de referências que você pode descobrir no Blog do Rubens Ewald Filho.

Trata-se de duas histórias (alternadas em capítulos) que acabam se cruzando no final. De um lado, temos a sobrevivência da franco-judia Soshanna (Melanie Laurent) e a sua vingança contra os nazistas que assassinam seus pais logo no começo do filme. Na outra ponta, temos Brad Pitt interpretando Aldo, um oficial do exército aliado que é o líder dos Bastardos Inglórios (um grupo de soldados americanos e judeus que tem como objetivo matar nazistas sem dó nem piedade).

No meio da história, encontramos participações marcantes como Mike Myers, Daniel Bruh, Diane Kruger e  Cristoph Walts, um austríaco que roubou a cena no papel do Coronel Nazista Hans Landa.

O filme surpreende por ter muita ação misturada com um humor carregado que alivia a tensão e deixa as duas horas e meia de filme passarem desapercebidas. Outro ponto importante é que o filme alterna cenas em inglês, francês, alemão e até italiano.

Confesso que a minha simpatia pelo filme também foi por eu ter conseguido entender muito mais passagens em alemão do que eu esperava.

Um filme genial.

Uma curiosidade: o nome do filme, em inglês, é Inglorious Basterds, escrito errado de propósito por Tarantino.

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