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6.1.10

A saga Crepúsculo - Lua Nova

Sobre "Lua Nova": o diretor pode não ter feito o trabalho que era esperado, mas se saiu melhor do que a Catherine Hardwicke. "Lua Nova" tem mais cenas memoráveis do que "Crepúsculo". A diretora do primeiro longa da série mostrou que leva jeito com romances adolescentes (a cena final em que os dois dançam no baile merece destaque).

O roteiro, assinado pela Melissa Rosenberg em ambos e também em “Eclipse”, é um lixo. Essa mulher não tem jeito para adaptar livros. Os diálogos são bobos e o filme acaba ficando chato, também porque ela tenta ser fiel demais à obra de Meyer.

Em "Lua Nova", Taylor Lautner mostra como os cabelos compridos atrapalhavam na sua atuação, mas --mesmo com o cabelo cortado-- não mostra nada além do seu físico, que fez as mocinhas e senhoras babarem. A proeza de Kristen foi conseguir ficar horrível. Feia mesmo.

De fato, o trabalho de Chris Weisz foi a única coisa que melhorou desde "Crepúsculo". Cenas que valem a pena ser lembradas: a perseguição da vampira Victoria pelos lobos na floresta; Bella sendo resgatada quando se afoga (a imagem de Edward se dissolvendo na água); a luta entre Edward e os Volturi. Vale a pena citar a caracterização dos vampiros italianos que no livro são descritos como quase de mármore por terem passado muito tempo imóveis.

A trilha sonora foi o único ponto em comum nos dois filmes, embora eu tenha gostado mais das canções em “Crepúsculo”. Se você não for um fã da série, eu recomendo não sair de casa para ir assistir a “Lua Nova”.

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