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15.10.10

Melhores musicais de Glee


 Eu sou um #Gleek, acho que vocês já perceberam. Aí eu decidi criar uma lista com as 10 melhores performances dos perdedores até o episódio 2 da segunda temporada. Não é um ranking. São os meus 10 favoritos, sem ordem de preferência.







Like a Virgin



Empire State of Mind



To sir with love



It's a man's man's man's world



I'm a slave 4 u 



Total Eclipse of The Heart



The boy is mine



My Life Would Suck Without You



Halo & Walking on sunshine



It's my life & Confessions




Extras!
Vocal Adrenaline - Rehab



Vocal Adrenaline - Bohemian Rhapsody



Vocal Adrenaline - Another One Bites the Dust

12.10.10

Vicky, Cristina, Barcelona


 Duas melhores amigas americanas passam o verão na encantadora cidade espanhola de Barcelona. Esse filme de Woody Allen conta exatamente essa história. Vicky (Rebecca Hall) é uma estudiosa da cultura catalã e Cristina (Scarlett Johannson) viajam para a Espanha nas férias, onde conhecem o sedutor artista plástico Juan António (Javier Bardem), que deseja conquistar as duas. Ele as leva até a pequena cidade de Oviedo, onde quase conquista Cristina, mas por causa de uma úlcera, acaba dormindo com Vicky, cujo noivo a espera em Nova York.
 De volta a Barcelona, Cristina e Juan António começam uma espécie de relacionamento, vão até morar juntos. Mas a ex-mulher do pintor (Penélope Cruz, ganhadora do Oscar) tem sérios problemas e recorre à ajuda do ex-marido.
 "Um amor só pode ser romântico se for incompleto" - essa é a justificativa dada pelo pintor para o desastre do seu casamento. Juan e a esposa chegam à conclusão de que Cristina era o que faltava em seu amor. Dessa maneira os três estabelecem um relacionamento a três.
 Woody Allen consegue incluir a cidade como os lados que unem os vértices desse atípico triângulo amoroso Viky - Juan Antonio - Cristina, que inclui Maria Elena em algum lugar que não dá para definir ao certo. O narrador, abominado por roteiristas, consegue expressar com simplicidade informações que a câmera não conseguiria captar.
 Um filme redondo e muito interessante. Gostei mesmo desse filme, que consegue ser muito delicado às vezes, apesar da ironia típica do diretor. 
 A cena que eu mais gostei do filme, delicada e caliente:

10.10.10

Uma família sem inocentes


 Esse filme de 2007 com a problemática Lindsay Lohan e Jane Fonda, conta a história de Rachel (Lindsay), uma jovem com problemas com drogas e álcool, que é levada pela mãe Lilly (Felicity Huffman) para morar com a avó Georgia (Jane) em uma cidade do interior de Idaho.
 Na pequena cidade, ela acaba contando ao veterinário/médico Simon, que era abusada sexualmente pelo padrasto. A partir daí a trama se desenvolve em um jogo da garota alternando entre "sim" ou "não" à pergunta: ele de fato abusou dela?
 A conclusão a que chegamos é a de que não há santos na história. Ninguém na família possui alguma estabilidade: a mãe é alcoólatra e a filha segue os mesmos passos. Ao que parece, Georgia é a única pessoa equilibrada, logo ela que parece ser a mais louca de todas.
 É uma película sobre o relacionamento em família. Bem conduzida, mas com defeitos na narrativa, que chega a ficar chata. Não é bom o suficiente para fazer alguém se levantar do sofá e alugá-lo, mas os diálogos, sempre recheados de outros sentidos, valem uma parada durante o zapping.
 O nome oficial do filme é "Georgia Rule". A direção é de Garry Marshall (Idas e vindas do amor, O Diário da Princesa).

9.10.10

Diários do Vampiro

Capas dos dois primeiros volumes da série "Diários do Vampiro", publicados pela editora Record.

 A estadunidense Lisa Jane Smith publicou em 1991 a trilogia "Diários do Vampiro", que quase 20 anos depois inspirou muito superficialmente a série de tv "The Vampire Diaries". O superficialmente que eu usei, nesse caso, é extremamente positivo para o seriado, que é muito melhor do que o livro justamente por ser tão diferente dele.
Elenco do seriado "The Vampire Diaries": Stefan (Paul Wesley), Elena (Nina Dobrev) e Damon (Ian Somerhalder).
 Ambos contam a história de Elena Gilbert, uma jovem estudante do ensino médio de uma pequena cidade do interior do sul dos Estados Unidos, Fell's Church no livro e Mystic Falls no seriado. O amor da jovem é disputados por dois irmãos vampiros, Damon e Stefan Salvatore, que são atraídos por ela por conta de sua semelhança com Katherine, uma vampira por quem ambos se apaixonaram séculos antes.
 A proximidade entre o livro e o seriado acabam por aí. O seriado cria uma teia narrativa muito mais complexa e verossímil do que o livro. O programa de TV justifica a chegada dos irmãos na cidade e a semelhança da protagonista com a antiga paixão dos irmãos.
 O livro é bobo e infantil. Não sei se por culpa do texto integral ou da tradução, feita por Ryta Vinagre, a mesma tradutora de Crepúsculo. A obra de Meyer e Smith se tangenciam não apenas no nome da tradutora. Há um número inacreditável de detalhes parecidos nos dois livros. Mas Meyer não poderia nunca ser acusada de plagiar ou copiar o seriado, uma vez que apenas pega o que é bom no livro da copatriota e coloca em uma obra inifitamente melhor, mas ainda assim muito ruim.
 Acho que deixei claro o quanto não gostei do livro. A conclusão final é que apesar de muito ruim, o livro pode ser muito divertido, mas a leitura é inútil uma vez que o seriado é superior em todos os sentidos.

4.10.10

O nome dele é Hubert, mas acho que ele sou eu


 Sabe quando você assiste a um filme e se identifica com cada ação da personagem a ponto de achar que o filme é sobre você? É mais ou menos assim como o filme canadense Eu matei a minha mãe, do diretor e protagonista de 17 anos já ganhador em Cannes Xavier Dolan.
 É assustador o talento dele. O filme é quase impecável, a não ser por um deslize ou outro do roteiro, uma cena ou outra que foge ao realismo do resto do filme e um enquadramento que incomoda às vezes, mas é parte do estilo do diretor.
 Hubert é jovem e vive com sua mãe, com quem tem sérios problemas de relacionamento. O título do filme vem do fato dele dizer a uma professora logo no começo do filme que sua mãe havia morrido, o que não é verdade. Ele estabelece com essa professora uma relação de compreensão, já que ela também não se dá com o pai.
 Sua mãe acaba descobrindo a sexualidade do filho por um comentário desajeitado da sogra do garoto, que não sabia que o fato era segredo.
 O filme se desenvolve ao redor da relação mãe-filho, que nada tem de diferente da maior parte das famílias. Xavier acerta exatamente por retratar tão bem essa relação, de maneira tão realista e, ao mesmo tempo, com um punhadinho de idealização.
 Gostei muito. Cheguei a chorar sozinho no cinema. Vale muito a pena ver.

3.10.10

A onda verde

 Não entendo muito de política, é evidente, mas acho que tivemos um avanço incrível nesse 3 de outubro. Nasci em 93, portanto, sou um pouco mais novo do que a democracia brasileira. Das eleições que eu me lembro, foi sempre Lula (PT) X Qualquer outro (PSDB). Agora não tem mais Lula e a Marina mostrou que não existe mais o bipartidarismo da ditadura.
 O Partido Verde costumava ser pequeno, sofreu para conseguir os votos necessários para não ser extinto nas últimas eleições. O partido que quase sumiu conquistou hoje 20% dos votos para a presidência da república.
 A coligação que a apoia a Dilma inclui 10 partidos, a do Serra, 6. Marina está sozinha. Aliás, não está sozinha. Uma considerável fatia do povo brasileiro apoiou as ideias dela.
 Não sei o que isso significa, mas acho que significa muita coisa. Estou orgulhoso do meu país, por ter mostrado que presta atenção em mais do que é mostrado. Muito orgulho mesmo.

Sábado na Cásper

 Fui ontem fazer uma visita à Faculdade Cásper Líbero, um dos lugares em que talvez eu estude ano passado. O evento se chamava Sábado na Cásper e tinha pequenas palestras para os candidatos aos cursos oferecidos pela faculdade. O palestrante da minha sala foi o Prof. Dr. Silvio Barbosa, um cara muito legal.
 Gostei da visita e fiquei ansioso para estudar lá.

Escolhendo... certo?



 Acordei cedo, uma 8 da manhã, tomei banho, café e fui votar. Tenho 17 anos, portanto, não sou obrigado a votar. Votei porque quis, porque é meu direito, porque é minha obrigação. Depois que votei, fiz questão de segurar no braço da minha avó de 74 anos, que também não é obrigada a votar, e levá-la à sua seção para dar seu voto.
 Votei onde todo mundo sonha votar: uma sala completamente vazia, os mesários estavam até entediados, sem ter o que fazer. A seção da minha avó estava mais cheia, com fila. Ela foi direto para a porta e entrou para votar. Mais um direito seu.
 Vi muita gente reclamar. "Voto obrigatório é uma burrice." e BLÁ BLÁ BLÁ. As pessoas votam com má vontade. Talvez por ignorância, por não conhecer o longo processo que nos levou a esse exemplo de democracia que temos hoje.
 Concordo com quem diz que boa parte dos políticos não presta, mas o fato é que TODOS foram eleitos pelo voto popular. Sem exceção.
 Votei com boa vontade, com meu espírito de dever cumprido. Anulei um dos meus votos para o senado e o voto para deputado estadual, porque não tinha candidato. Melhor fazer isso do que sortear um candidato do monte de papeizinhos jogados na rua e elegê-los.
 Marina Silva, Geraldo Alckimin, Marta Suplicy e Ivan Valente, preparem-se porque terão um eleitor bem chato pegando nos seus pés nos próximos quatro anos.
 Torcer os dedos e esperar o resultado, que deve sair ainda hoje.

1.10.10

Mike Tompkins

Eu publiquei aqui há algum tempo um vídeo de um cara cantando a música da Katy Perry, Teenage Dream. Ele se chama Mike Tompkins, tem 23 anos e fez vários outros vídeos legais, entre eles este que eu vou postar aqui embaixo.
 Aqui o site oficial dele: http://www.mike-tompkins.com/

Expectativas



  A grande geradora das decepções é a expectativa. A gente imagina como a gente quer que algo aconteça e, quando acontece completamente diferente, ficamos tristes, desapontados. Por isso que eu tenho tentado não idealizar demais as situações, mas não dá para mim. Vai contra a minha natureza ultra-romântica.
 Sou meio Werther, assim como o Tom de 500 Dias com ela. Por isso vivo quebrando a minha cara, igual ele no vídeo aí em cima. Não é a coisa mais agradável quando não acontece (a maior parte das vezes), mas o sonho e a esperança de que as coisas sejam como você imaginou fazem valer a pena o "sofrimento".
 Coloquei sofrimento entre vírgulas sagradas voadoras, porque não dá para sofrer de verdade. A desilusão é tão passageira quanto birra de criança. Aliás, quem se desilude não é mais do que uma criança birrenta, porque não conseguiu o que queria.
 Vou tentar segurar minha mente no chão nos próximos dias.

 
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