Conversando com estrangeiros, o primeiro gênero musical que vem à mente deles quando falamos do Brasil é o samba. Logo em seguida –pasmem- o funk carioca e só depois pensam nos mestres da MPB e Bossa Nova.
Todos aqui sabemos que nossas músicas não se limitam a Créu e Garota Radical. Baseado nisso, pensei em como nós, brasileiros, vemos as músicas de todo o mundo.
Estados Unidos tem o High School Musical e os “manos do RAP” que só falam de sexo, sexo, dinheiro e sexo, assunto que compartilham com o povo da Itália, com a diferença de que por lá não é fazer sexo, é fazer amor. Da Inglaterra ou é Beatles ou é Beatles, enquanto no Japão a gente nem sabe o que se passa.
Selecionei, então, uma música de cada um desses países que caracteriza uma transgressão, mesmo que de leve, do que a gente está acostumado a ver e ouvir.
Clique na bandeira para ouvir a música.
Into the Night – Santana feat. Chad Kroeger
Música empolgante com um ritmo gostoso, diferente de um rock clássico, diferente de country, certamente não é um RAP e também não tem líderes-de-torcida peitudas.
Vai aí um trechinho traduzido e adaptado só pra comprovar que os italianos não são só à la Laura Pausini e que sabem esculachar, sim!
“Filho de um cão, filho de cinco minutos. Filho de um equívoco, de um coito roubado. Filho de um preservativo rompido”
Lily Allen antes de começar a cantar essa música disse o seguinte:
“Essa música foi originalmente escrita para um cuzão. Ele era o presidente dos Estados Unidos, seu nome é George W. Bush e todos os que acreditam nas mesmas coisas que esse homem podem ir se foder.”
E aí? Precisa dizer mais alguma coisa?
Do filme “Velozes e Furiosos – Desafio em Tokyo”, são os japoneses adotando um toque capitalista para deixar claro que por detrás dos olhinhos puxados tem muito mais do que um nerd.


10:00
Wellington Rafael



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